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Apesar de fase, Leandro Damião mantém humildade

Por Da Redação 11 set 2011, 21h56

A ousadia para fazer gols das mais variadas forma não é a mesma quando a câmera está ligada e o seu rosto cercado por microfones. Leandro Damião não se arrisca nas palavras, adota o discurso pronto, pois o improviso ele deixa para quando está dentro de campo. No 3 a 0 do Inter sobre o Palmeiras, o centroavante voltou a comprovar a sua eficiência, marcando todos os gols do jogo.

Nesta tarde no Pacaembu teve gol aliando força e categoria, teve outro em chute preciso deslocando o goleiro e mais um que Damigol só não entrou com bola e tudo porque teve humildade.

Seus números assombram. São 40 gols no ano, 39 com a camisa vermelha e um pela seleção brasileira. Essa foi a quarta vez que ele foi às redes em três oportunidades em um jogo. Neste domingo, Damião atingiu a marca de 51 tentos pelo Inter, em menos de duas temporadas entre os profissionais.

Méritos totais para ele o resultado em São Paulo? Que nada! ‘O mérito foi a equipe ter chegado na frente e os passes terem sido certos. Pude ajudar ali na frente’, comentou.

A divisão de elogios com o companheiro é uma característica sua, tão marcante quanto seus gols. O atacante sempre reparte os elogios da vitória.

As estatísticas no ano mostram uma eficiência gigantesca. Seria Damião o melhor centroavante do futebol brasileiro? ‘Não’, responde de maneira rápida. ‘O Brasil tem grandes jogadores, quero estar no meio. O Brasil tem grandes jogadores dessa função. Quero ficar entre eles e ajudar o Inter’, afirmou.

A cada jogo seus direitos federativos ficam mais valiosos. A direção fez força para não vendê-lo na metade do ano. Em janeiro, enfrentará nova batalha para manter um jogador que não tem mostrado limites para marcar gols.

‘Não sei onde posso chegar. Vou querer chegar ao máximo, disputar lá na frente, se tiver que tomar cotovelaço vou levar, se tiver que apanhar vou apanhar’, contou.

Damião é o vice artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 13 gols, três a menos que o santista Borges. Essa é a sua nova disputa.

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