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Ao redor do Mineirão, a torcida usa a máscara de Neymar

Por Giancarlo Lepiani, com fotos de Ivan Pacheco, de Belo Horizonte - 8 jul 2014, 14h16

Em maioria massacrante nos arredores do Mineirão a três horas da semifinal – os alemães são barulhentos e empolgados, mas chegam em pequeno número -, a torcida brasileira agora não carrega a idolatria a Neymar apenas nas costas (assim como em todas as outras partidas da seleção nesta Copa do Mundo, é quase impossível encontrar camisas com o nome e o número de outro atleta da equipe). Para homenagear o craque, que está fora da competição por causa da fratura de vértebra sofrida nas quartas de final, muitos torcedores chegam para o jogo decisivo usando máscaras de papel com o rosto do ídolo. Os portões do palco do clássico desta terça foram abertos no início da tarde, mas a maioria dos torcedores permanecia na parte externa do Mineirão. Os brasileiros e alemães trocam algumas provocações, mas o clima é amistoso, principalmente em comparação com as duas últimas partidas do Brasil na Copa, contra chilenos e colombianos, torcedores mais abusados do que os alemães. A chegada do ônibus da seleção ao estádio estava prevista para pouco antes das 15 horas.

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