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Antes de Argentina x Holanda, provocações, riscos e luto

Por Giancarlo Lepiani, com fotos de Ivan Pacheco, de São Paulo 9 jul 2014, 15h22

A poucas horas de torcer por sua seleção na primeira semifinal de Copa do Mundo disputada pela Argentina desde 1990, a torcida da equipe de Lionel Messi dominava os arredores do Itaquerão antes da partida desta quarta-feira, contra a Holanda, em São Paulo. Apesar da alegria dos argentinos, o clima não era de completa tranquilidade – muitos torcedores, tanto brasileiros como estrangeiros, confessavam sua preocupação com possíveis brigas nas arquibancadas. Na chegada, os argentinos provocavam o público local, lembrando da goleada aplicada pela Alemanha no Brasil na terça, 7 a 1, no Mineirão. Faltando duas horas para o início do jogo decisivo, não havia registro de maiores confusões. Teme-se, no entanto, que a temperatura esquente durante a partida, em que a torcida local tentará empurrar os holandeses à final. Os seguranças que fazem o controle do público no Itaquerão sabem que podem ter de entrar em ação para apartar possíveis conflitos. Outra sombra lançada sobre a semifinal, que deve acontecer sob chuva, é a morte do jornalista Jorge López, vítima de um acidente na madrugada desta quarta. López, do diário Olé, era amigo de Messi, que concedeu ao repórter uma de suas primeiras entrevistas, em 2003.

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