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Ano marca bom desempenho do Brasil no Pan e superioridade uruguaia no futebol

Por Da Redação 22 dez 2011, 17h16

Bogotá, 22 dez (EFE).- O ano de 2011 foi bastante produtivo para Brasil, Estados Unidos e Cuba visando os Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, e marcou afirmação do retorno do Uruguai ao principal cenário do futebol mundial, com o título da Copa América e a liderança das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2014.

Nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a delegação brasileira ficou em terceiro lugar no quadro de medalhas, com 48 ouros, 35 pratas e 58 bronzes. O evento ainda serviu de preparação para Londres-2012.

O carro-chefe do país na cidade mexicana foi a natação. Thiago Pereira conquistou seis medalhas de ouro e se tornou o recordista do Brasil em Pans, com 12. Já Cielo conseguiu quatro, três delas com o recorde da competição.

Os EUA ficaram no topo do quadro de medalhas ao somar 97 ouros, 79 pratas e 65 bronzes, mesmo sem ter levado a Guadalajara seus principais atletas. Cuba, por sua vez, ficou em segundo lugar, com 58 ouros, 35 pratas e 43 bronzes, graças especialmente ao atletismo e ao boxe.

O país anfitrião, o México, foi de acordo com as expectativas ao terminar em quarto, com 42 medalhas de ouro, 41 de prata e 50 de bronze.

No futebol, em janeiro de 2011, Ronaldinho Gaúcho assinou contrato com o Flamengo, e quase um mês depois, Ronaldo, o maior artilheiro das Copas do Mundo, pendurou as chuteiras por conta das seguidas lesões.

Já Neymar se consolidou como o principal nome do futebol brasileiro, sendo fundamental para que em junho o Santos conquistasse a terceira Taça Libertadores de sua história, derrotando o Peñarol na final.

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No entanto, o time não foi páreo para o Barcelona de Lionel Messi na final do Mundial de Clubes, disputada no último domingo, e perdeu por 4 a 0, tendo uma ‘aula de futebol’, segundo o próprio craque santista.

No dia 4 de dezembro, morreu Sócrates, astro do Corinthians, da Fiorentina e da seleção brasileira, pela qual disputou as Copas do Mundo de 1982 e 1986. Curiosamente, o ‘doutor’, como era chamado, faleceu no mesmo dia em que o Timão alcançou o pentacampeonato brasileiro.

Na Argentina, o ano ficará marcado pelo rebaixamento do River Plate, uma das equipes mais tradicionais, para a segunda divisão e pelo vice-campeonato da Copa Davis de tênis, o quarto da história do país, que nunca alcançou o título.

O Uruguai se consolidou como a melhor seleção de futebol do continente ao conquistar a Copa América disputada na Argentina e ainda liderar as Eliminatórias do continente até o momento.

O fracasso do país anfitrião no torneio continental causou a demissão do treinador Sergio Batista e levou Alejandro Sabella ao comando da equipe, que ainda não convenceu na classificatória, mesmo dividindo a liderança com o Uruguai e Venezuela, todos com sete pontos.

No Paraguai, o desgaste evidenciado após a perda da final da Copa América culminou com a saída do argentino Gerardo Martino e a chegada de Francisco Arce, ex-lateral de Grêmio e Palmeiras, que ainda não empolgou os torcedores.

A Colômbia também demitiu seu treinador, trocando Hernán Gómez por seu auxiliar Leonel Álvarez, mas os insucessos acabaram deixando a seleção sem treinador no fim do ano.

Entre os clubes, o Universidad do Chile conquistou seu primeiro título continental com a Copa Sul-Americana, segundo torneio mais importante do continente, passando por Flamengo e Vasco antes de bater a LDU na final e se sagrar campeã invicta. EFE

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