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Alonso confia na sorte para voltar a ‘tirar o máximo’ de seu carro em Xangai

Por Da Redação - 12 abr 2012, 08h43

Xangai (China), 12 abr (EFE).- O espanhol Fernando Alonso (Ferrari), que lidera o Mundial de Fórmula 1, declarou nesta quinta-feira em Xangai, onde neste fim de semana será disputado o Grande Prêmio da China, que em parte depende da sorte para voltar a ‘tirar o máximo’ de seu carro, como fez na Austrália e na Malásia.

‘Vai ser um fim de semana difícil para nós, e não espero nenhuma grande surpresa’ entre as melhorias técnicas que a Ferrari colocará à prova a partir de amanhã (sexta-feira), adiantou Alonso, que foi o quinto em Melbourne e ganhou em Sepang.

‘Acho que mais ou menos é o mesmo para as demais equipes’, especificou o bicampeão mundial, que lidera com cinco e dez pontos de vantagem, respectivamente, sobre os ingleses Lewis Hamilton e Jenson Button (ambos da McLaren).

‘É preciso tentar manter as posições que tivemos nas duas corridas anteriores, ficar entre os três primeiros, acho eu; e somar todos os pontos possíveis’, acrescentou Alonso, quem lembrou o papel da sorte na Fórmula 1. Como ele corre com um carro vermelho, fez referência ao fato dessa cor significar bons auspícios na China.

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‘Tentaremos adotar boas estratégia e gestão dos pneus, mas ter um pouquinho de sorte, que é sempre um fator que tendemos a esquecer, é importante, ela sempre está aí’, assinalou.

Para Alonso, ‘na Austrália fizemos um grande esforço de equipe e uma ótima estratégia, mas tivemos um pouco de sorte que nos ajudou a chegar ao resultado positivo, e na Malásia foi o mesmo, começando pela primeira curva, onde não tivemos nenhum acidente’.

Isso ‘parece o normal’, assinalou, ‘mas cada primeira curva sempre é um perigo.

‘Em um Grande Prêmio sempre é assim, não só conta a estratégia, e a boa habilidade de condução, tudo isso é como um grande pacote dentro do qual a sorte representa uma grande parcela, e esperemos que a tenhamos neste fim de semana’ para ‘tirar o máximo que temos em nossas mãos’, como fez em as duas primeiras corridas.

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Perguntado sobre se influenciaria nessa sorte a pista de Xangai, que forma a palavra chinesa ‘shang’ (em mandarim ‘subir’ ou ‘junto de’), Alonso respondeu: ‘suponho que sim’.

Com a vitória em Sepang, Alonso já soma 28 corridas em sua carreira na F1, só superado pelo alemão Michael Schumacher (91), o francês Alain Prost (51), o brasileiro Ayrton Senna (41) e o inglês Nigel Mansell (31). EFE

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