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Alex vê Nenê fora das Olimpíadas e Splitter sugere conversa com Magnano

Por Da Redação
13 set 2011, 00h15

Sem Nenê, Leandrinho e Anderson Varejão, a Seleção Brasileira conquistou uma vaga nos Jogos de Londres-2012 com o vice-campeonato no Pré-Olímpico de Mar del Plata. Ao desembarcar no Aeroporto de Guarulhos na noite desta segunda-feira, Alex se posicionou de forma contrária à presença do pivô do Denver Nuggets na Inglaterra e Tiago Splitter sugeriu uma conversa com o técnico Ruben Magnano.

‘De 11 anos que estou na Seleção, junto com ele foram só duas vezes. O Leandrinho e o Varejão são diferentes, estão todos os anos com a gente. Não podemos julgar, cada um tem seus motivos e devemos respeitar. No ano que vem, contamos com eles [Leandrinho e Varejão] aqui’, afirmou Alex, antes de ponderar: ‘não posso convocar e desconvocar ninguém, só tenho que me apresentar e dar o meu máximo’.

O trio da NBA foi convocado pelo técnico Ruben Magnano para defender a Seleção Brasileira no Pré-Olímpico. Enquanto Varejão se apresentou mesmo com lesão e foi cortado, Nenê e Leandrinho alegaram motivos particulares e recusaram o chamado. Em seguida, o segundo se disse lesionado. Tiago Splitter, único da liga norte-americana na Argentina, tentou se esquivar do assunto, mas fez uma sugestão.

‘Cada um teve seus problemas e motivos, cabe a eles conversar com o Ruben e explicar detalhadamente o que aconteceu’, declarou. ‘Perdemos jogadores de alto nível por lesão, como o Murilo e o Varejão. Eles estavam à disposição da Seleção e com certeza vão estar no ano que vem’, disse o pivô, que vê Nenê em outra situação: ‘foram casos diferentes, ele não estava machucado’.

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Contratado recentemente pelo Barcelona, Marcelinho Huertas foi o único brasileiro escolhido para compor a seleção do Pré-Olímpico de Mar del Plata. Questionado sobre o possível retorno dos jogadores que não participaram da conquista da vaga nos Jogos de Londres-2012, ele tratou de desconversar e atribuiu a decisão a seus superiores.

‘Estávamos tão eufóricos com a vaga, que não falamos sobre isso. É um tema que não cabe aos jogadores. Eu não mando em nada, só estou para entrar na quadra e jogar, assim como todos os jogadores. É a comissão técnica e a Confederação que devem decidir. Talvez alguns que estavam nesse ano não estejam no ano que vem, e vice versa. O importante é que, independente de quem esteja, o Brasil vá forte para Londres’, disse Huertas.

Guilherme Giovannoni, um dos mais experientes do elenco, adotou discurso semelhante e apostou na diplomacia. ‘O treinador e a diretoria da Confederação vão tomar a decisão que acharem mais sensata. É muito cedo para falar disso ainda. Como não sou eu que decido, qualquer coisa que diga seria desnecessária. Mas acho que todos são bem vindos à Seleção’, opinou.

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