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Alemanha exige investigação sobre remadora olímpica acusada de neonazismo

<p>Berlim, 5 ago (EFE).- O ministro de Interior e Esporte da Alemanha, Hans-Peter Friedrich, exigiu uma investigação ‘a fundo’ para esclarecer o caso da remadora Nadja Drygalla, que foi desligada da equipe que representa seu país nas Olimpíadas de Londres supostamente por ter ligação com o ultradireitista Partido Nacional Democrático Alemão (NPD). Em declarações antecipadas […]</p>

Por Da Redação Atualizado em 11 jan 2022, 22h47 - Publicado em 5 ago 2012, 13h11

Berlim, 5 ago (EFE).- O ministro de Interior e Esporte da Alemanha, Hans-Peter Friedrich, exigiu uma investigação ‘a fundo’ para esclarecer o caso da remadora Nadja Drygalla, que foi desligada da equipe que representa seu país nas Olimpíadas de Londres supostamente por ter ligação com o ultradireitista Partido Nacional Democrático Alemão (NPD).

Em declarações antecipadas neste domingo pelo jornal ‘Bild’ e que serão publicadas integralmente na edição de amanhã, Friedrich assegurou que pediu que as forças de segurança encontrem uma ‘explicação concreta’ para o caso.

‘As ideias extremistas não têm lugar no esporte. Os atletas também são exemplo. Por conseguinte, o assunto deve ser esclarecido totalmente’, declarou o ministro.

A ex-policial Drygalla, de 23 anos, deixou a Vila Olímpica na quinta-feira depois que foi exposta sua relação sentimental com um membro do PND, de tendências neonazistas, segundo a televisão pública alemã ‘ARD’.

Segundo a emissora, as suspeitas sobre Drygalla não são uma novidade, uma vez que a remadora deixou a Polícia de Rostock, no oeste da Alemanha, após admitir sua relação sentimental com o neonazista.

O Comitê Olímpico Alemão anunciou que após os Jogos de Londres voltará a reunir-se com a remadora para tratar o caso. EFE

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