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Predestinado, Fernandão quer comemorar gol contra ex-clube

O atacante Fernandão deve ser a principal novidade do Palmeiras para a partida contra o Guarani, pelas quartas de final do Campeonato Paulista. Apesar de ter sido contratado pelo Verdão justamente depois de passagem pelo Bugre, o jogador não esconde o desejo de triunfar contra a equipe campineira, domingo, no estádio Brinco de Ouro da Princesa.

‘Tenho de ser profissional e quero ajudar o Palmeiras até o fim. Se eu fizer gol, vou comemorar, mas não posso esquecer o que o Guarani fez por mim. Abriu as portas e tive uma boa passagem por lá. Agradeço ao clube pela oportunidade, mas hoje sou Palmeiras e vamos lutar muito para conseguir essa classificação’, afirmou o atleta, ao site oficial do clube.

Fernandão deve voltar a ser titular justamente em um momento decisivo do time do técnico Luiz Felipe Scolari. Autor de gol em clássico contra o Corinthians em sua estreia com a camisa alviverde no ano passado, o camisa 19 quer se firmar como talismã do clube.

‘Deus me dá todas as condições para trabalhar e sempre me ajudou nos momentos de maior dificuldade. Acho que, para Ele, sou predestinado’, comentou.

No início desta temporada, Fernandão também balançou as redes diante de Santos e Catanduvense, antes de sofrer um problema no púbis que o deixou longe dos gramados por dois meses.

‘Sinceramente, não esperava por essa lesão. Vinha em um bom momento, tinha feito gols, e aí veio essa lesão fora de hora. Mas os médicos me passaram tranquilidade e felizmente eu voltei fazendo gols. Sempre tive na cabeça que tinha condições de voltar e ajudar o grupo’, salientou.

Fernandão está emprestado pelo Tombense ao Verdão apenas até maio e ainda não sabe se terá seu contrato renovado, mas prefere não pensar em seu futuro neste momento decisivo em campo.

‘Estou bem tranquilo quanto a isso. Sei que tenho muito o que demonstrar e muito o que fazer ainda pelo Palmeiras, mas pelo pouco que fiz, acho que consegui mostrar alguma coisa. Deixo a diretoria e a comissão técnica à vontade para decidirem o quer fazer, se fico ou não. Se eu não ficar, vou sair de cabeça erguida e com a consciência que deixei as portas abertas’, concluiu.