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A um mês da abertura, saiba como estão os nossos rivais

Espanhóis e italianos parecem em alta, e Alemanha e Argentina têm problemas

Na Argentina, o diagnóstico é o mesmo de quatro anos atrás: insegurança na defesa e total dependência de Lionel Messi. A temporada irregular do craque do Barcelona aumenta ainda mais o temor dos vizinhos

Faltando um mês para a bola rolar nos gramados brasileiros, as principais seleções já vivem a expectativa pelo início da Copa do Mundo. Na equipe anfitriã, o clima é de total confiança. O fato de jogar em casa e o resgate do apoio popular graças à conquista da Copa das Confederações colocam o Brasil um degrau acima dos concorrentes. A goleada contra a África do Sul no único compromisso do ano até agora aumentou ainda mais a esperança dos comandados de Felipão. As preocupações do técnico, no entanto, concentram-se no mau momento vivido por jogadores-chave, como Neymar, Paulinho e Oscar – por causa de problemas físicos ou técnicos, eles tiveram um fim de temporada ruim em seus clubes. Algo semelhante acontece na seleção alemã, outra fortíssima candidata. Como a base da equipe é formada por atletas do Bayern de Munique, é provável que a equipe desembarque na Bahia, onde ficará concentrada, com a cabeça inchada após a eliminação dos bávaros na Liga dos Campeões.

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Para espanhóis e italianos, porém, o ano de 2014 vem sendo bastante produtivo. As ótimas campanhas de Atlético de Madri e Real Madrid deram um ar de renovação aos atuais campeões, antes muito dependentes dos atletas do Barcelona. Do lado da Azzurra, a supremacia da Juventus e a recuperação de Balotelli no Milan podem ser os trunfos de Cesare Prandelli – além, claro, da tradição dos tetracampeões. Na Argentina, o diagnóstico é o mesmo de quatro anos atrás: insegurança na defesa e total dependência de Messi. A temporada irregular do craque do Barcelona aumenta ainda mais o temor dos vizinhos. Entre as outras equipes tradicionais que chegam com chances de ir longe na competição, Holanda, França e Inglaterra ainda não têm equipes totalmente prontas, mas merecem respeito. O surgimento de novos talentos, como Sturridge, Chamberlain e Wilshere, somado à classe consagrada de Rooney, Lampard e Gerrard, dá aos ingleses melhores perspectivas do que na última Copa.