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Turco ‘Winter Sleep’ ganha a Palma de Ouro em Cannes

Bennett Miller foi o melhor diretor por ‘Foxcatcher’, e ‘Le Meraviglie’ leva o Grande Prêmio do Júri Bennett Miller foi o melhor diretor por ‘Foxcatcher’, e ‘Le Meraviglie’ leva o Grande Prêmio do Júri Bennett Miller foi o melhor diretor por ‘Foxcatcher’, e ‘Le Meraviglie’ leva o Grande Prêmio do Júri Bennett Miller foi o melhor diretor por ‘Foxcatcher’, e ‘Le Meraviglie’ leva o Grande Prêmio do Júri

Winter Sleep, de Nuri Bilge Ceylan, foi o vencedor da Palma de Ouro no 67º Festival de Cannes. Os prêmios foram anunciados na noite do sábado (24). Ceylan tinha levado o Grande Prêmio do Júri em 2011 (por Era uma Vez na Anatólia) e melhor direção em 2009 (por Três Macacos).

O Grande Prêmio do Júri foi para Le Meraviglie, dirigido por Alice Rohrwacher.

Bennett Miller foi eleito o melhor diretor, por Foxcatcher.

O prêmio do júri foi para Mommy, de Xavier Dolan, e Adieu au Langage, de Jean-Luc Godard – respectivamente, o cineasta mais novo, com 25 anos, e o mais velho, com 83, da competição.

A melhor atriz foi Julianne Moore, por Maps to the Stars, de David Cronenberg.

Timothy Spall ganhou o troféu de melhor ator, por Mr. Turner, de Mike Leigh.

O melhor roteiro foi para Andrey Zvyagintsev e Oleg Negin por Leviathan.

A Caméra d’Or (para o melhor estreante entre todas as seções do festival) foi para o francês Party Girl, de Marie Amachoukeli, Claire Burger e Samuel Theis.

A Palma de Ouro de Curta-Metragem foi para a co-produção Colômbia-Reino Unido Leidi, de Simón Mesa Soto.

Na mostra paralela oficial Um Certo Olhar, White God, de Kornél Mundruczó, levou o prêmio principal.

O prêmio do júri foi para Turist, de Ruben Östlund.

O Sal da Terra, um documentário sobre o fotógrafo Sebastião Salgado dirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, levou um prêmio especial.

O brasileiro Sem Coração, de Tião e Nara Normande, levou o troféu Illy de melhor curta na Quinzena dos Realizadores.

Os críticos da Federação Internacional (Fipresci) escolheram Winter Sleep, de Nuri Bilge Ceylan, o melhor longa da competição. Les Combattants, de Thomas Cailley, foi o preferido entre as seções paralelas.