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Torturado por militares, Amado Batista pede a volta da ditadura

Está não é a primeira vez que o cantor defende a ditadura militar

Por Da redação - Atualizado em 5 abr 2017, 16h21 - Publicado em 5 abr 2017, 12h38

Amado Batista deixou Fábio Porchat inquieto nessa terça, durante a gravação do Programa do Porchat. O cantor, que foi preso e torturado durante a ditadura militar, usou o talk-show para fazer campanha pelo retorno do controle militar no país. “Prefiro a ditadura a essa anarquia que está hoje”, disse.

O cantor aproveitou a ocasião para declarar em quem votará na próxima eleição presidencial. “Democraticamente, (o próximo presidente) tem que ser Jair Bolsonaro”. O programa vai ao ar nesta quarta-feira, na Record TV.

Está não é a primeira vez que o cantor defende a ditadura militar. Em 2013, ao ser entrevistado por Marília Gabriela, Amado Batista comparou a tortura que sofreu  a um “castigo de criança” e disse a que não achou errada. “Eu acho que quando uma criança cospe na sua cara, chuta sua canela, o que o pai deve fazer? Não deve corrigir? Então, eu estava fazendo a mesma coisa, que não era uma coisa correta. Eu acho que eu não tinha de estar contra, brigando contra o governo. O governo estava nos defendendo de pessoas que estavam querendo tomar o país à força, com armas nas mãos”, disse na época.

(Com Estadão Conteúdo)

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