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Thammy Miranda se filia ao PP, o partido de Bolsonaro

Ator vai presidir um núcleo de diversidade na sigla, mas afirmou que ainda não pretende se candidatar a nenhum cargo político

Por Da Redação - 3 set 2015, 15h51

Thammy Miranda se filiou nesta quarta-feira ao Partido Progressista (PP) de São Paulo. Em seu perfil no Instagram, o ator postou uma foto em que aparece com o deputado federal e presidente estadual da sigla, Guilherme Mussi, e com o deputado Delegado Olim, líder do PP. “Agora o negócio vai ficar sério… Não adianta só reclamar e não fazer p* nenhuma… Vim aqui brigar por nós e esses caras sensacionais me escutaram… Pedi pra ter o Novo PP Diversidade… Eles me ouviram! Muito obrigado por lutar junto comigo”, escreveu na legenda.

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Nos comentários, Thammy afirmou que ainda não pretende se candidatar a nenhum cargo e respondeu a críticas de fãs, que apontaram que o ator se filiou ao mesmo partido de conservadores como Jair Bolsonaro. “Pra vocês verem como vamos mudar as coisas… Terei o núcleo da Diversidade dentro do partido dele… Não é uma conquista?”, escreveu.

“Pessoal, entendo vocês que não concordaram, mas temos que fazer algo nos partidos conservadores mesmo! Os que nos apoiam já nos apoiam… Precisamos levar nossa voz lá… Eles é que precisam nos respeitar! E por enquanto não vou sair pra nada! Só levei o núcleo diversidade para um partido conservador!”

Assalto – Thammy e a namorada, Andressa Ferreira, foram vítimas de um assalto na noite desta terça-feira. Ao site de VEJA, ele conta que eles estavam no carro na região do Itaim Bibi, em São Paulo, quando foram abordados. “Um cara de social, arrumadinho, surgiu na janela e eu achei que ele ia me dizer que era meu fã, algo assim. Mas ele chegou e disse: ‘Pô, Thammy, justo você. Passa o relógio aí, na moral’. Depois ele olhou para a Andressa e falou: ‘Ô, gostosa, passa o celular aí'”, conta.

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Thammy afirma que ainda esboçou uma reação, por achar que o ladrão não estava armado. “Eu ainda tentei pegar no braço dele, achei que ele não estava armado, mas ele sacou a arma e gritou com a gente. Eu parei e ele saiu correndo. Não fiquei com medo, fiquei mais com raiva. Eu tenho certeza de que aquela arma é de brinquedo. Meu pai foi policial a vida inteira, eu via armas o tempo todo. Mas não ia pagar para ver se a do cara era verdadeira ou não. Se eu tivesse absoluta certeza eu, ia estar rolando no chão com ele até agora.”

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