Clique e assine a partir de 9,90/mês

‘Tenet’, filme de Nolan que pode ‘salvar’ cinemas, ganha data de estreia

Estúdio se mostra otimista com reabertura e marca lançamento de longa com Robert Pattinson e John David Washington em agosto em diversos países

Por Amanda Capuano - Atualizado em 27 jul 2020, 18h03 - Publicado em 27 jul 2020, 17h15

As incertezas de 2020 no setor cultural podem ser vistas com clareza no “marca-e-remarca” das grandes estreias cinematográficas. Nesta segunda-feira, 27, a Warner Bros adicionou um novo capítulo à novela ao anunciar que Tenet, esperado novo filme de Christopher Nolan, chegará aos cinemas de 70 países entre 26 e 27 de agosto. Já no Brasil e nos Estados Unidos, a estreia acontece no início de setembro.

Nova obra do aclamado diretor de Batman: O Cavaleiro das TrevasA Origem, entre outros, Tenet teve sua estreia alterada três vezes entre julho e agosto, e estava sem previsão de lançamento desde a semana passada. O filme é visto pelos exibidores como uma chance de “salvar” os cinemas em 2020, já que estão fechados por causa da pandemia. Nos Estados Unidos, principal mercado cinematográfico do mundo, a estimativa é que o filme entre em cartaz no dia 3 de setembro, semana do feriado do Dia do Trabalho no país. Por aqui, o longa chega um pouco mais tarde, no dia 10 do mesmo mês.

ASSINE VEJA

Os ‘cancelados’ nas redes sociais Leia nesta edição: os perigos do tribunal virtual. E mais: nova pesquisa sobre as eleições presidenciais de 2022
Clique e Assine

Com seu roteiro mantido em segredo, o filme escolheu uma estratégia arriscada: ao estrear antes na Europa, corre o risco de acabar caindo em uma rede de pirataria, e até perder a graça para o público americano, que pode enfrentar os temidos “spoilers” com a estreia antecipada. O longa concorre com Mulan pelo título de “primeiro filme a estrear pós-pandemia”, mas o blockbuster da Disney segue sem uma nova data — estratégia inteligente dada a incerteza do retorno dos cinemas na China e dos Estados Unidos, os dois epicentros das bilheterias bilionárias.

Publicidade