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Silvia Abravanel lança Escola de Princesas — recatadas e do lar

A instituição de origem mineira chega a São Paulo pelas mãos da filha de Silvio Santos, e foi inaugurada na noite de quarta, 19

A apresentadora Silvia Abravanel, do SBT, inaugurou na noite desta quarta-feira a primeira filial da Escola de Princesas em São Paulo, na zona sul da cidade. A iniciativa surgiu na cidade mineira de Uberlândia, e tem como propósito “resgatar valores éticos e morais”, como diz sua página oficial, e ensinar garotas de quatro a 15 anos a cozinhar, costurar, organizar a casa, se portar dentro das regras de etiqueta — por exemplo, em um tradicional Chá da Tarde. Sob o mote “Toda menina sonha em ser uma princesa”, o curso é estruturado em módulos de duas horas a três meses, que custam a partir de 150 reais.

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Quando anunciada, a escola recebeu muitas críticas porque, para alguns, representaria um retrocesso na caminhada da mulher para fora de casa. Em meio a movimentos feministas que buscam o empoderamento da mulher, em especial nas redes sociais, a instituição as levaria de volta para dentro de casa, sob o manto de “boa esposa”. Cleber Belato, diretor e fundador da Escola de Princesas, rebate essa ideia. Para ele, as tarefas domésticas são apenas uma pequena porcentagem do que o curso tem a oferecer. Segundo ele, a instituição proporciona às garotas uma “independência saudável”. “No caso de ela passar no vestibular e ir morar sozinha, vai saber lidar com essa situação sem depender de ninguém”, diz. 

Belato é casado com Nathalia de Mesquita, a idealizadora da instituição. Segundo ele, a esposa sonhou com a escola — sonho do qual tirou desde a estrutura física à metodologia da academia. Em um segundo momento, o casal consultou especialistas e percebeu que o projeto não só era viável, mas pioneiro. Cleber e Nathalia vieram a São Paulo para a inauguração da quarta franquia de sua iniciativa, encabeçada pela filha de Silvio Santos.

A Escola de Princesas, como o próprio nome diz, não aceita príncipes para as suas lições: “Somos uma empresa privada que definiu seu público, como um salão de beleza feminino ou masculino”, diz Cleber. Isso não significa, diz Belato, que os meninos não precisem aprender os mesmos valores, pelo contrário: “É necessário também instruí-los”.

Comentários

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  1. Excelente, dou graças a Deus que me deu uma princesa guerreira. Embora eu ache que isso deve vir de casa eu apoio, pois como virá de casa se uma parcela das famílias brasileiras estão sendo ensinados pelas novelas da globo?!?!?! Ou os filhos sendo instruídos a serem militantes de esquerda na escola?!?!?!

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  2. Fantástica iniciativa!!! Melhor uma escola que ensine boas maneiras do que uma que ensine matérias como “fora Temer” e “como crescer cabelo e pintá-lo na minha axila”. Pela manchete da reportagem (“recatadas e do lar”) já dá pra saber a posição política da repórter. VAI TER DAMA SIM! Pelo menos as meninas têm uma opção maravilhosa agora para aprender boas maneiras e valores que vão levar pela vida inteira. Ainda vai chegar a vez dos meninos, que também precisam aprender a valorizar e respeitar as mulheres. Infelizmente, hoje em dia é raro os pais se interessarem na criação dos filhos, que acabam indo aprender (péssimas) coisas na internet. Essa escola chegou em ÓTIMA hora!!!

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  3. Jefferson Brasileiro

    Boa iniciativa, chega de depravação …

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  4. Jefferson Brasileiro

    As feminazzis piram …

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  5. Aloisio Barros

    Essa instituição muito colaborou para a formação em Minas de mulheres dignas e honradas. Parabéns Silvia, o Brasil precisa disso e não de mulheres frutas.

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