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Saiba como é a criação de um herdeiro real britânico

Diferentemente do que manda a tradição, William e Kate devem rejeitar manter o filho circunscrito à vida no palácio

Lady Di foi uma das primeiras mães da realeza a rejeitar dar aos filhos uma criação alheia à vida que se passa fora do palácio. Sem se importar com os paparazzi, na medida do possível Diana e o então marido Charles eram frequentemente vistos com William e Harry pelas ruas de Londres ou em viagens de férias em família. O chamado bebê real pode seguir o destino do pai e ter uma criação distante do que manda a tradição.

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A “bisa” Elizabeth II, por exemplo, nunca frequentou uma escola. A rainha foi educada dentro dos muros do palácio, onde não teve a chance de conviver com crianças que não fossem do circuito da realeza. A bisavó real e seus antepassados tinham que seguir uma série de protocolos rígidos quando se encontravam fora dos limites do palácio, o que impunha uma barreira natural entre eles e qualquer súdito que tentasse se aproximar.

O empenho de Diana em dar uma criação sem afetações aos filhos culminou no casamento de William com uma plebeia. O príncipe conheceu Kate enquanto cursava a universidade Saint Andrews, na Escócia. Ela era fã dele desde menininha, quando tinha um pôster do príncipe fixado na parede do quarto.