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Portiolli defende vinheta do SBT com bordão da ditadura militar

Apresentador bateu boca em rede social e sugeriu aos críticos: ‘Venezuela é logo ali’

Celso Portiolli saiu em defesa da controversa vinheta veiculada pelo SBT esta semana, que usava o bordão da ditadura militar: Brasil, ame-o ou deixe-o. No Twitter, o apresentador sugeriu uma versão diferente para a chamada: “Brasil, ou você ama ou a Venezuela é logo ali”.

Portiolli chegou a bater boca com um usuário que criticou o fato do apresentador “fazer piada com ditadura”, mas apagou em seguida. Por fim, deixou apenas uma resposta de desdém a outro usuário que disse estar desapontado com Celso, alguém que ele admirava. Ao comentário, Portiolli apenas respondeu: “Gostava não”.

A campanha criada por Silvio Santos, que mostra imagens do Brasil, com o hino nacional ao fundo, traz diferentes frases. A chamada com o slogan “Brasil, ame-o ou deixe-o”, frase associada à repressão de pessoas com ideias contrárias ao regime militar, saiu do ar no mesmo dia em que entrou. Sobre a exclusão, o SBT afirmou que a vinheta foi um “equívoco”. “A emissora não se atentou para o fato de que a frase remetia ao período do regime militar”, respondeu a assessoria de imprensa do canal.

Para substitui-la, o SBT fez outra vinheta, essa com cara direta de apoio ao presidente eleito Jair Bolsonaro, com a frase: “Brasil acima de tudo”.