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‘Os Caça-Fantasmas’ vai ganhar remake ‘feminino’

Este é o segundo remake com novidades anunciado nesta semana pela Sony, que quer refazer 'Robin Hood' com uma pegada de super-heróis

Por Da Redação - 9 Oct 2014, 09h37

O cineasta Paul Feig afirmou no Twitter que será o encarregado de dirigir a nova versão de Os Caça-Fantasmas para o estúdio Sony, que planeja uma versão protagonizada por mulheres. Este é o segundo remake com novidades anunciado nesta semana pela Sony, que quer refazer Robin Hood com uma pegada de super-herói.

“É oficial. Vou fazer um novo Os Caça-Fantasmas e o escreverei com Katie Dippold. E, sim, as protagonistas serão mulheres divertidíssimas”, anunciou Feig, que ficou conhecido por duas comédias de sucesso protagonizadas por mulheres, Missão Madrinha de Casamento (2011) e As Bem Armadas (2013), escrita por Katie Dippold. Juntos, os dois filmes, ambos estrelados por Melissa McCarthy, arrecadaram mais de 300 milhões de dólares apenas nos Estados Unidos.

O filme original de 1984, e que teve uma sequência em 1989, conta a história de parapsicólogos que, após serem despedidos de seus trabalhos na universidade, decidem montar um negócio para capturar fantasmas, cuja presença se torna cada vez mais notável nas ruas de Nova York. A primeira geração de caçadores de fantasmas, dirigida por Ivan Reitman, tinha Bill Murray, Dan Aykroyd e o falecido Harold Ramis, que morreu em fevereiro, aos 69 anos por complicações derivadas de uma inflamação dos vasos sanguíneos com que lutou por quatro anos.

Apesar da popularidade da saga, da vontade do estúdio para completar uma trilogia e da existência de um roteiro aprovador por todos, Bill Murray se mostrou insatisfeito com a ideia, o que deixou o filme em um limbo, até a morte de Ramis voltar a pôr a ideia sobre a mesa. Diretor dos dois filmes originais, Reitman desistiu de dirigir a nova versão, mas continuou vinculado ao projeto como produtor e no início deste ano chegou a afirmar que tinha um rascunho de roteiro “muito bom”, no qual os caçadores de fantasmas veteranos teriam um papel fundamental.

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(Com agência EFE)

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