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Morre o jornalista Geneton Moraes Neto, aos 60 anos

Pernambucano estava internado no Rio de Janeiro desde maio

Morreu nesta segunda-feira o jornalista Geneton Moraes Neto, aos 60 anos. Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, no sul do Rio de Janeiro, desde maio. A assessoria de imprensa do hospital confirmou a morte, mas não deu mais nenhum detalhe, a pedido da família do jornalista. Segundo a assessoria de comunicação da Globo, foi vítima de um aneurisma dissecante na aorta.

Geneton nasceu em Recife, Pernambuco, em 13 de julho de 1956. Seus primeiros artigos em um jornal foram publicados no suplemento infantil do Diário de Pernambuco nos anos 1970, quando tinha apenas 13 anos.  Mais velho, foi empregado no próprio Diário como jornalista. Na década de 80, trabalhou na sucursal do Nordeste do jornal O Estado de S.Paulo como repórter.

Depois de uma temporada em Paris em que estudou cinema na Universidade Sorbonne, Geneton voltou ao Brasil e passou a trabalhar na Rede Globo Nordeste como editor e repórter. Foi também para a sede da emissora, no Rio, onde atuou como editor-executivo do Jornal da Globo e do Jornal Nacional e repórter e editor-chefe do Fantástico, entre outros cargos. Nos últimos anos, fazia reportagens especiais para a GloboNews.

Geneton também publicou livros, como Hitler/Stalin: o Pacto Maldito, Nitroglicerina Pura, e O Dossiê Drummond: a Última Entrevista do Poeta.

O jornalista deixa esposa, três filhos e quatro netos.

Comentários

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  1. Excelente jornalista, historiador e poeta. Não perdia suas entrevistas. A Globo News reprisou uma reportagem dele na madrugada de segunda-feira, com General Leônidas Pires, que deveria ser em horário nobre, principalmente a última fala do general que cai como uma luva nos dias de hoje. Que Deus o abençoe!

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  2. Que pena… Uma grande perda pro jornalismo.

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