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Morre o diretor Arthur Hiller, de ‘Love Story’

Cineasta que comandou um dos mais populares filmes românticos já feitos morreu de causas naturais

Por Da redação - 18 ago 2016, 00h12

O versátil e produtivo cineasta canadense Arthur Hiller morreu nesta quarta-feira aos 92 anos, afirmou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Seu filme mais conhecido, Love Story: Uma História de Amor, estrelado por Ali MacGraw e Ryan O’Neal, foi o maior sucesso de 1970 e permanece como um dos mais populares filmes românticos já feitos. Hiller, que também realizou colaborações exitosas com os roteiristas Neil Simon e Paddy Chayefsky, morreu de causas naturais em Los Angeles.

O diretor foi o presidente da Academia, que organiza a cerimônia anual do Oscar, de 1993 a 97 e foi durante muito tempo integrante da seção de diretores da organização. A atual presidente da academia, Cheryl Boone Isaacs, disse que a entidade estava “profundamente entristecida” com a morte de Hiller. “Eu era integrante do conselho durante a sua presidência e tive a sorte de testemunhar em primeira mão a dedicação dele à Academia e a paixão da sua vida por narrativas visuais”, afirmou ela.

Hiller dirigiu mais de 30 filmes de 1957 até 2006, de vários gêneros, como comédias, dramas, histórias de guerra, sátiras e musicais. Ele conduziu cinco diferentes atores, O’Neal, MacGraw, George C. Scott, Maximilian Schell e John Marley, em interpretações indicadas ao Oscar.

Love Story foi indicado a sete estatuetas no Oscar, incluindo o de melhor filme e o de melhor diretor. O longa ganhou só um prêmio, o de melhor música original. O filme conta a história de um romance frustrado entre o privilegiado Oliver (O’Neal) e Jennifer (MacGraw), de classe mais baixa. Ele traz uma das mais famosas falas do cinema dos anos 1970: “Amar é jamais ter que pedir perdão.”

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(Com agência Reuters)

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