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Mansão na Suíça onde Chaplin morreu vai virar museu

Residência localizada em Vevey foi comprada por um grupo de investidores de Luxemburgo. Iniciativa tem o apoio dos filhos do ator

A mansão localizada em Vevey, na Suíça, onde Charlie Chaplin morreu, em 1977, vai se tornar um museu. A iniciativa tem o apoio dos filhos de ator e diretor, Michael, Eugene e Victoria Chaplin. De acordo com informações do site da BBC, a residência foi comprada por um grupo de investidores de Luxemburgo e será reformada e remobiliada para ganhar os mesmos ares do período em que a família viveu no local. “Sua alma e seu espírito continuam ali. Então as pessoas vão conhecê-lo, ouvir sua voz, ver seus filmes, ouvir sua música”, afirmou o diretor do novo museu, Yyves Durand.

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Chaplin deixou os Estados Unidos em 1952 para uma curta viagem à Europa e foi subitamente impedido de voltar, acusado de “atividades antiamericanas” – leia-se, comunista – durante a caça às bruxas. O criador do personagem Carlitos, cuja estreia na telona completou 100 anos em fevereiro, acabou fixando residência na Suíça. “Era uma casa dos sonhos para crescer. Nós esperamos muito tempo por esse museu e agora está finalmente dando certo”, disse a neta do ator, Laura Chaplin.