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Larissa Manoela lança seu primeiro livro. Confira trecho

'O Diário de Larissa Manoela' traz histórias contadas pela própria atriz, como bastidores de novelas e episódios de sua vida

Por Da Redação - 24 jun 2016, 17h10

Depois de conquistar milhões de fãs por suas novelas no SBT, a atriz mirim do SBT Larissa Manoela vai mergulhar na literatura. Seu primeiro livro, O Diário de Larissa Manoela (HarperCollins Brasil), será lançado em um evento no domingo, 26 de junho, às 11 horas, na Livraria Saraiva do Morumbi Shopping, em São Paulo. Na ocasião, Larissa vai receber os fãs para uma sessão de autógrafos.

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No livro de memórias, a jovem de 15 anos, protagonista da novela Cúmplices de um Resgate, conta histórias inéditas sobre a sua vida. Ela lembra momentos importantes de sua carreira e conta anedotas dos bastidores das gravações de filmes e novelas. Além disso, fala sobre o cotidiano vivido por qualquer adolescente da sua idade, abordando temas como amizade, o primeiro amor e a TPM.

Confira abaixo um trecho do livro, em que a atriz conta sobre sua participação no filme O Palhaço (2011), protagonizado e dirigido por Selton Mello:

“Para o filme O Palhaço, do Selton Mello, fiz teste também. Me ligaram depois para me chamar para um callback, que é tipo um novo teste com o diretor. Falaram que o Selton queria me conhecer. Conhecer o Selton foi incrível. Nós nos conhecemos, ele disse que gostou bastante do teste, me elogiou e falou com os meus pais. Só não disse se eu havia passado. Fiquei no suspense, kkkkk!

Esse filme me marcou muito. Primeiro por causa da história, que é linda. Além de ser bonita, é engraçada e atraente. Dava vontade de assistir várias vezes. O filme conta a crise existencial de um palhaço. Ele estava naquele dilema: ‘Será que é isso mesmo que eu quero para a minha vida? O que eu faço?’ A minha personagem, Guilhermina, tem um papel importante na história, porque ela era a esperança do circo, o futuro de tudo aquilo. Então, realmente, foi muito linda a história. Ela passa uma mensagem de vida, de uma crise existencial que muitas pessoas podem viver.

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Também marcou porque eu aprendi muito com o Selton e tive a chance de fazer cinema (eu já tinha feito um filme chamado Essa Maldita Vontade de Ser Pássaro, com um diretor americano). Essa oportunidade foi incrível, até porque eu era a única criança. Via tudo aquilo, todas aquelas pessoas inteligentíssimas, fazendo as coisas tão bem-feitas, dirigindo, atuando, roteirizando, fazendo parte de toda a construção do filme, e era tudo muito lindo. Foi uma experiência única, especial, que vai me marcar para sempre. Até recebi um apelido muito carinhoso do Selton: Fofilda.”

(Da redação)

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