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Jennifer Lawrence bebeu para cena de sexo com Chris Pratt

Atriz contou em entrevista que se embebedou para filmar uma sequência do longa ‘Passengers’, mas depois se sentiu ainda pior por não lembrar direito o que tinha feito

Acostumada a interpretar a heroína adolescente Katniss Everdeen na saga Jogos Vorazes, Jennifer Lawrence nunca tinha se deparado com um filme em que precisasse protagonizar uma cena de sexo – ao menos, não até algumas semanas atrás. A atriz contou como se preparou para sua primeira sequência, digamos, mais sensual, feita para o filme Passengers ao lado do ator Chris Pratt: bebendo muito álcool para tentar relaxar. O filme estreia no ano que vem.

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“Fiz minha primeira cena de sexo há algumas semanas e foi muito bizarro. Muito estranho”, disse Jennifer para a revista The Hollywood Reporter, que reuniu as oito atrizes mais cotadas para a temporada de 2016 das premiações de Hollywood — Jennifer, Cate Blanchett, Kate Winslet, Jane Fonda, Carey Mulligan, Brie Larson, Helen Mirren e Charlotte Rampling – para uma entrevista conjunta. “Fiquei muito, muito bêbada. Mas isso me deixou ainda mais ansiosa quando cheguei em casa, porque pensei: ‘O que eu fiz? Eu não sei'”, afirmou, em referência à falha de memória que a bebida pode causar.

Jennifer contou que acabou se sentindo muito mal na cena. “Chris Pratt é casado. Foi a minha primeira vez beijando um homem casado, e a culpa é o pior sentimento que você pode ter no estômago. Eu sabia que era meu trabalho, mas não podia dizer isso ao meu estômago. Eu liguei para a minha mãe e falei: ‘Você pode me dizer que está tudo bem?’ Fiquei muito vulnerável. Você nunca sabe o limite, quer que pareça real. Foi o mais vulnerável que eu já fiquei.”

Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux

Dura sete minutos ininterruptos uma das cenas de sexo entre Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux no longa Azul É a Cor Mais Quente (La Vie d’Adèle), do diretor franco-tunisiano Abdellatif Kechiche. As discussões filosóficas e morais sobre o filme, que foi inspirado em uma história em quadrinhos de mesmo nome, ganharam ainda mais repercussão após as declarações das atrizes sobre o método de filmagem do diretor. Adèle chegou a afirmar que  se sentiu explorada e Léa também disse que se sentiu como uma prostituta no set quando teve que fingir orgasmos durante seis horas seguidas com três câmeras voltadas para ela. 

Dakota Johnson e Jamie Dornan

Ao contrário do que pode pensar muita gente, os atores Jamie Dornan e Dakota Johnson não acharam nada prazeroso fazer as cenas de sexo de Cinquenta Tons de Cinza (2015). “Cheguei a sentir dor em alguns momentos”, disse a atriz à revista britânica Glamour Magazine. A dor veio mesmo com o cuidado que, contou a atriz, o colega Jamie Dornan teve com ela. “Jamie era o primeiro a me cobrir quando a gente terminava de gravar e eu não estava vestindo muita coisa. Ele estudou bastante as práticas de bondage (fetiche em amarrar e imobilizar o parceiro) para que tudo fosse feito de forma segura. Mas é óbvio que muitas vezes foi doloroso.” Em entrevista ao site de outra revista, a americana Time, a atriz confirmou que as cenas mais difíceis de fazer foram essas de bondage, como aquela em que Christian usa uma espécie de chicote em Anastasia “Filmar uma cena de sexo não é uma situação sedutora ou prazerosa. Pelo contrário, é suado e nada confortável.”

Shailene Woodley e Theo James

Shailene Woodley e Theo James passaram por diversas situações desagradáveis nas gravações de Insurgente (2015). A dupla chegou a confessar que sofreu ferimentos leves durante a filmagem das cenas de ação mais perigosas e, para completar, James contou que não estava nada à vontade nas cenas de sexo com a parceira Shailene. “Para mim, às vezes ajuda se eu beber alguma coisa antes de uma cena díficil. O mais estranho é quando você está filmando uma cena íntima e algo na cena precisa ser retirado pela produção. Aí, você não pode se mover, você tem que ficar parado ali, em posições desconfortáveis. Você está completamente pelado e coberto de suor”, disse o ator ao site E!News. 

Charlotte Gainsbourg

Ninfomaníaca (2014), só pelo título, já se mostrava um filme controverso. Colaborou para isso também a direção de Lars Von Trier, conhecido por produções fortes como Melancolia (2011). A protagonista Charlotte Gainsbourg compartilhou sua experiência ao viver Joe, uma mulher viciada em sexo e cheia de obsessões: “As cenas de sexo não foram difíceis, mas as de masoquismo foram constrangedoras e humilhantes. Usei uma prótese vaginal, então, todo dia, durante duas horas, tinha que lidar com alguém trabalhando ‘lá embaixo’. Também tinha que ficar horas sem fazer xixi. Essa foi a parte difícil”, disse a atriz ao site do jornal britânico The Guardian.

Brooklyn Decker e Patrick Wilson

Em 2014, um vídeo dos bastidores do longa Stretch, dirigido por Joe Carnahan, revelou a situação bizarra e nada erótica que é gravar uma cena de sexo para o cinema. Antes de fingirem um orgasmo, os atores Brooklyn Decker e Patrick Wilson não conseguiram se controlar e segurar um riso nervoso, típico de momentos de constrangimento. Não houve qualquer intervalo entre as filmagens para os atores construírem um clima mais íntimo. E, entre uma cena e outra, um assistente de produção aparecia no meio do casal para borrifar suor falso. Assim que terminou a tomada, a claquete indicou o número 32, que pode ser interpretado como a trigésima segunda em vez que a cena era rodada. Para piorar, o diretor disse em seguida: “Muito bem, pessoal. Agora vamos mais uma vez. Façam outra como essa”. Haja fôlego.

 

Cameron Diaz

Existe uma primeira vez para tudo na vida, inclusive para ser filmada totalmente nua. No caso da atriz Cameron Diaz, o fato aconteceu no set do longa Sex Tape: Perdido na Nuvem (2014), em que contracena com Jason Segel. Mas ficar completamente despida e à mostra não foi a única cena diferente que Cameron protagonizou no filme. A atriz teve que interpretar um parto, situação que ela classificou como “intensa”. “Eu me vi em um quarto no meio do nada no Estado de Massachusetts, às 11 horas da noite, fazendo uma cena de parto, e todo mundo ao meu redor estava gritando entre si”, disse ela à revista Esquire. “Eu tive que atuar e fingir que estava empurrando uma bola de basquete que saía da minha vagina. Uma loucura, né? Mas não tinha o que fazer. Tive que repetir para mim mesma: ‘Tenho sorte. Este é um grande trabalho. Eu acho isso divertido’.”

(Da redação)