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Irreverência do urso de pelúcia ‘Ted’ reina na bilheteria americana

Los Angeles (EUA.), 2 jul (EFE).- ‘Ted’, o primeiro filme de Seth MacFarlane, liderou as bilheterias em seu primeiro fim de semana de exibição nos Estados Unidos arrecadando US$ 54,1 milhões graças ao irreverente protagonista, um divertido e desbocado urso de pelúcia.

Do criador de séries de televisão como ‘Uma família da pesada’ e ‘American Dad!’, o filme, protagonizado por Mark Wahlberg e Mila Kunis, tem o terceiro melhor resultado em sua estreia para uma comédia para maiores de 18 anos, desde ‘The Hangover Part II’, com US$ 85,9 milhões, e ‘Sex And The City’, com US$ 57 milhões.

No longa, um homem em pleno processo de maturidade (Mark Wahlberg) tenta se separar de seu urso de pelúcia, Ted, que ganhou vida na infância do protagonista, enquanto busca mais estabilidade na relação com sua namorada (Mila).

Por sua vez, ‘Magic Mike’, outra estreia em cartaz, conquistou o segundo lugar com US$ 39,1 milhões devido à boa forma física de atores como Channing Tatum e Matthew Mcconaughey que o diretor Steven Soderbergh exibe na tela.

O filme, ligeiramente inspirado nas experiências de Tatum, apresenta a história de um grupo de dançarinos eróticos que enlouquece as jovens da Flórida em seu espetáculo.

A nova aposta da Disney/Pixar, ‘Valente’, ficou na terceira posição, com US$ 34 milhões. A animação narra o conflito de uma mãe e sua filha em um imaginário reino escocês, onde o interesse da jovem é montar a cavalo e arco e flecha, em vez dos trabalhos próprios de uma herdeira ao trono.

Arrecadando US$ 26,3 milhões, outra estreia, a comédia ‘Tyler Perry’s Madea’s Witness Protection’, o último lançamento da série de Tyler Perry, ficou com o quarto lugar.

No novo episódio, a icônica personagem ‘Madea’ se vê envolvida em um caso de proteção de testemunhas ligada a uma fraude em Wall Street.

Fechando a lista dos cinco maiores sucessos está ‘Madagascar 3: Os Procurados’, embolsando US$ 11,8 milhões. A bilheteria total da animação nos EUA chega a US$ 180 milhões. EFE