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Bienal do Livro do Rio de Janeiro termina com recorde de público

Segundo as projeções dos organizadores, os 950 expositores receberam 670.000 pessoas e venderam um total de 2,5 milhões de livros

A 15ª edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro termina neste domingo com recorde de público e uma dedicação especial à leitura em formato digital. De acordo com o Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL), 670.000 pessoas visitaram os pavilhões da feira, que começou em 1º de setembro no centro de convenções Rio Centro, superando em participação os 600.000 visitantes da edição anterior. Segundo as projeções dos organizadores, os 950 expositores deverão vender até o final da feira em torno de 2,5 milhões de livros.

O francês Marc Levy e os americanos Anne Rice, Patricia Schultz, Michael Connelly e Scott Turow foram alguns dos 23 autores estrangeiros convidados para o encontro literário, que neste ano prestou uma homenagem à cultura brasileira e foi inaugurado pela presidente Dilma Rousseff. O encontro de autores com o público, as mesas literárias de discussões e a sessão de autógrafos foram constantes da programação oficial durante os 11 dias da Bienal.

O angolano Gonçalo Tavares, um dos representantes da literatura lusófona contemporânea, e a atriz americana Hilary Duff, ídolo das adolescentes por sua participação em uma série de televisão juvenil e que apresentou seu livro Elixir, foram outras atrações do encontro. Mas a brasileira Thaita Rebouças cheguo a causar mais furor que Hillary Duff, em uma de suas passagens pela feira.

A feira contou com a participação de 150 escritores brasileiros e foi realizada com um orçamento de 27 milhões de reais e uma expectativa de faturamento calculada em 50 milhões de reais.

(Com agência EFE)