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‘BBB 13’: Marien ainda não entendeu

A novata quis se fazer de planta, tentou ser 'amiga' de todos e evitou tomar partido nas discussões. Alguém precisa avisá-la que o Big Brother é um jogo

Por Emylinn Lobo, do Rio de Janeiro - 29 jan 2013, 20h26

A prova da discórdia, liderada por Bial às segundas-feiras no BBB 13, fez de Marien a mais nova vítima. A dançarina de flamenco – que chegou a se autointitular planta – tentava a todo custo fugir de qualquer discussão na casa, nunca tomava partido, fazia questão de dizer que gosta e se dá bem com todos na casa. Mas agora que Eliéser a indicou para receber o “Poder do Não”, ela será obrigada a abandonar a estratégia de se fazer invisível. Na próxima prova do líder, cabe a ela tirar alguns participantes da disputa – e, provavelmente, tornar-se alvo deles.

Marien acredita que, ao se passar despercebida pela casa, sem desafetos e sem fazer muito barulho, teria mais chances de avançar no jogo. “Quem é polêmico nunca ganha, já reparou? É sempre o mais tranquilo, como no programa passado”, comentou, em uma conversa com Anamara e Natália, citando Fael como sua fonte de inspiração. A loira roda por todos os grupos, conversando e sendo confidente o necessário para não ganhar voto de ninguém, e também gosta de torcer pelo time que está ganhando. Na semana passada, cometeu, talvez, seu maior erro: enquanto Elieser era alçado a uma falsa liderança, ela se aproximou do veterano e disse estar apaixonada. Não conseguiu beijo, mas ficou mais próxima dele. Assim como muitos, acabou se afastando ao descobrir que ele era apenas o “líder mané”.

Leia: A vingança de Anamara no ‘BBB 13’

Mas o paranaense acreditava na parceria da novata, e disse que a escolheu para o veto na prova do líder por acreditar que eles pensassem de forma parecida. Já ela, cuja tática era permanecer em cima do muro eternamente, não recebeu bem. “Eu não consigo ver isso como uma coisa boa”, lamentou. “Tenho que ver que estou no jogo e jogar, mas não sei para que lado”, emendou. Como uma boa política, ainda levou o questionamento a quase todos da casa, para ver as reações de cada um. “Não tem jeito. Você tem que fazer escolhas que vão te comprometer com alguém”, opinou Ivan.

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Marcello, que ganhou votos com o veto da semana passada, mostrou o lado positivo: “Você tem que avaliar algumas coisas: tem a chance tirar três pessoas que podem te indicar quando forem líderes”. Apesar de ser visto por todos como uma vantagem, Marien não aceita. “Este foi um presente de grego. Em vez de me deixar quieta no meu canto, ele me colocou em uma confusão”, desabafou ela.

“Não é bom ser neutro. Ter uma opinião sobre o jogo é melhor”, comentou Nasser, compartilhando a mesma opinião de Fani – que na brincadeira da discórdia chamou a atenção para a falta de posicionamento da mineira. “A Marien é muito vaselina, você nunca sabe o que ela pensa”, avaliou a veterana na noite anterior, que reforçou seu posicionamento na tarde desta terça-feira. “Você é uma indagação para mim, uma coisa oculta. Então, você acaba sendo uma ameaça. Eu vejo que as pessoas não vão votar em mim, mas de você, eu não sei. Vaselina não é ser falsa. Para mim, é a pessoa que não se coloca, que escorrega para não ficar mal com ninguém. Eu, como expectadora, não gosto disso.”

Após chorar muito diante do novo “poder”, a novata concluiu, enfim, que “esse jogo é difícil demais”, e que ficar em cima do muro não é mais uma opção. “Estou ficando doida aqui dentro. Eu acho que sou a próxima a entrar na mira”, previu. Fernanda, percebendo o drama, disse para a dançarina melhorar a cara de mau humor. Natália foi ainda mais direta: “Você tem que entender que isso é um jogo de R$ 1,5 milhão”.

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