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Ana Hickmann faz protesto após denúncia do MP contra cunhado

Promotor entendeu que Gustavo Henrique Bello Correa se excedeu em sua defesa e executou o fã da apresentadora

Por Da Redação - 8 jul 2016, 10h02

Ana Hickmann usou as redes sociais para protestar contra a decisão do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, que ofereceu nesta quinta-feira denúncia por homicídio doloso (quando há intenção de matar) contra o cunhado da apresentadora Gustavo Henrique Bello Correa, de 35 anos, pela morte de Rodrigo Augusto de Pádua, 30, o fã obcecado que atacou a modelo em um hotel em Belo Horizonte, em maio deste ano.

Em seu perfil do Instagram, Ana publicou uma imagem com o significado da palavra indignação. “Revolta, sentimento de oposição, de cólera, provocado por uma circunstância injusta, indigna ou revoltante”, diz um trecho do texto exposto na imagem. A mesma publicação foi compartilhada pela esposa de Gustavo, Giovana Oliveira, que levou um tiro na ocasião, e Alexandre Correa, irmão do acusado e marido da apresentadora.

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O caso – A denúncia contraria as conclusões da Polícia Civil. Em 20 de junho, o delegado responsável pelo caso, Flávio Grossi, pediu o arquivamento do inquérito, dizendo que o cunhado da apresentadora agiu em legítima defesa. Na denúncia oferecida à Justiça, o promotor Francisco de Assis Santiago afirma que Correa excedeu a condição de legítima defesa e praticou homicídio doloso. Para a promotoria, a principal prova do crime é que Pádua morreu com três tiros na nuca.

O atentado contra a apresentadora e a morte do agressor ocorreu na tarde de sábado do dia 21 de maio, no hotel Ceasar Business, em Belo Horizonte. Por volta das 14h, ele rendeu o cunhado da apresentadora e o obrigou a levá-lo até o quarto onde estavam Ana Hickmann e sua assessora, Giovana. Ao chegarem, Pádua obrigou os três a se sentarem voltados para a parede e passou a xingar a apresentadora. O agressor, então, disparou a arma e acertou o ombro esquerdo de Giovana. Correa reagiu e, passou a lutar com Pádua, tomou-lhe a arma e o matou com três tiros na nuca, segundo as investigações. A assessora chegou a ficar internada na UTI, mas já deixou o hospital.

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