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Alan Parker, diretor de ‘Mississippi em Chamas’, morre aos 76 anos

Eclético, o cineasta fez dramas, thrillers e musicais. No cinema, ele ficou conhecido também por dirigir 'Evita' e 'Pink Floyd - The Wall'

Por Felipe Branco Cruz - Atualizado em 31 jul 2020, 16h31 - Publicado em 31 jul 2020, 15h39

O diretor britânico Alan Parker, de uma premiada carreira de mais 30 anos nos cinemas, morreu nesta sexta-feira, 31, em Londres. A notícia foi confirmada em um comunicado da família afirmando que ele já estava doente há bastante tempo sem, no entanto, informar a causa da morte.

O diretor foi indicado ao Oscar duas vezes nos filmes O Expresso da Meia-noite (1978) e Mississippi Em Chamas (1988). É dele também a direção do musical Evita (1996), que ganhou o Oscar de melhor canção original por You Must Love Me. Seus outros trabalhos incluem Fama (1980) e Pink Floyd – The Wall (1982). Embora, pessoalmente, ele não tenha ganhado nenhum Oscar, os filmes que ele dirigiu levaram dez estatuetas para casa.

Parker nasceu em 1944, em Londres, no Reino Unido, e começou a carreira na publicidade como copywriter. No cinema, ele não se prendeu a nenhum gênero específico. Eclético, ele dirigiu musicais, dramas e thrillers. Foi nos musicais, no entanto, onde ele mais se destacou, com destaque para Fama e a ópera rock The Wall, da banda Pink Floyd. Além de Evita, que contou com Madonna no papel principal interpretando a primeira dama argentina, Eva Peron.

No Reino Unido, ele ajudou a fundar também a Directors Guild of Great Britain, a associação britânica de diretores. Foi nomeado Comandante da Ordem do Império Britânico em 1995 e ganhou o título de Sir. Ele deixa a mulher Lisa Moran-Parker, os filhos Lucy, Alexander, Jake, Nathan e Henry, além de sete netos.

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