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Acusações de assédio levam Weinstein Company à falência

Mais de 70 mulheres acusaram o produtor cinematográfico Harvey Weinstein, ex-presidente do conselho da empresa, de assédio sexual e também de estupro

O conselho de administração da Weinstein Company anunciou na noite deste domingo que o estúdio de TV e cinema de Nova York planeja declarar falência, depois do fracasso de conversas sobre uma possível venda da empresa.

A companhia estava buscando um acordo que a pouparia de declarar falência depois que mais de 70 mulheres acusaram o produtor cinematográfico Harvey Weinstein, seu ex-presidente do conselho e um dos homens mais influentes de Hollywood, de assédio sexual e também de estupro.

Weinstein nega ter tido relações sexuais não consensuais com qualquer pessoa.

“A Weinstein Company tem estado envolvida em um processo ativo de venda na esperança de preservar bens e empregos”, disse o conselho em comunicado, replicado por jornais como o San Francisco Chronicle e o Los Angeles Times. “Hoje, essas discussões terminaram sem um acordo assinado.”

O conselho “não teve outra escolha se não buscar sua única opção viável para maximizar o valor remanescente da companhia: um ordenado processo de falência”.

O plano não foi confirmado de imediato pela companhia em seu site ou Twitter.