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‘A Fazenda’: Record demite funcionário acusado de racismo por participante

Emissora afirma que repudia veemente a atitude do funcionário e qualquer tipo de preconceito; a participante terá o direito de fazer representação legal

Por Eduardo F. Filho - 6 nov 2019, 11h47

A Record emitiu uma nota oficial na manhã desta quarta-feira, 6, informando que o funcionário acusado de racismo por Sabrina Paiva, uma das participantes de A Fazenda, foi afastado do cargo de operador de câmeras.

“A produtora Teleimage (que presta serviços à Record TV e é a contratante do operador de câmera), identificou o ofensor. Ele foi repreendido e teve seu contrato de trabalho rompido sumariamente”, diz o comunicado.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra mostra o momento em que a ofensa teria ocorrido. Segundo a advogada, alguém da produção, pouco antes de uma das entradas ao vivo, teria dito: “Vai, macaca, senta aí”. Outras participantes, como Hariany, confirmaram a frase dita por algum trabalhador da emissora. Confira:

A Record afirma que “repudia veementemente esta atitude e qualquer tipo de preconceito” e que dará a Sabrina o direito de “fazer a representação legal ao ofensor, se assim quiser e no momento que desejar.”

Veja o comunicado oficial completo da emissora:

“A Record TV informa que ontem, 05/11, durante o reality A Fazenda, ao vivo, um operador de câmera, posicionado atrás de um dos espelhos da sala, fez um comentário racista a respeito da participante Sabrina Paiva.

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Imediatamente ao fim do programa, a produtora Teleimage (que presta serviços à Record TV e é a contratante do operador de câmera), identificou o ofensor. Ele foi repreendido e teve seu contrato de trabalho rompido sumariamente.

A Record TV repudia veementemente esta atitude e qualquer tipo de preconceito. Como se trata de ofensa racial, será informado à participante Sabrina Paiva que a ela será dado o direito de fazer a representação legal ao ofensor, se assim quiser e no momento que desejar.

A Record TV e a produtora Teleimage lamentam o fato e não admitem que algo dessa natureza aconteça em suas produções.”

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