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USP tem 6 graduações entre as 50 melhores do mundo, segundo ranking

O curso mais bem colocado é odontologia, em nono lugar. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) também foram listadas

A empresa britânica Quacquarelli Symonds (QS) divulgou na segunda-feira o ranking internacional das cinquenta melhores universidades do mundo por graduação. Dez cursos superiores brasileiros foram relacionados e a graduação de odontologia da Universidade de São Paulo (USP) é a mais bem posicionada, em nono lugar. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) também foram listadas.

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A USP também tem outras cinco graduações entre os melhores: agronomia (26º lugar), antropologia (34ºlugar), engenharia de minas (36º lugar), arquitetura (37º lugar) e veterinária (38º lugar). Completando a lista, odontologia da Unicamp ficou em vigésimo lugar e agronomia em 31º lugar, além da Unesp com odontologia (25º lugar) e veterinária (46º lugar).

Em comparação com o ano passado, a participação brasileira no ranking subiu 7%. Foram 196 cursos incluídos, de vinte universidades, contra 183 cursos citados em 2015. É o maior número registrado da América Latina, bem à frente do segundo, o Chile, que aparece setenta vezes em áreas diversas da lista.

Ao lado da Fundação Getulio Vargas (FGV), as unidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul da Pontifícia Universidade Católica (PUC) são as únicas instituições particulares do país a aparecer na relação.

Superioridade estrangeira – Faculdades americanas e britânicas dominam as primeiras posições do ranking na maioria das áreas. Tanto Harvard como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) tiveram doze cursos em primeiro lugar. A Universidade de Cambridge, da Grã-Bretanha, aparece mais de trinta vezes no top dez mundial.

Essa é a sexta edição do QS por áreas e foi a análise mais ampla já realizada, com 42 áreas pesquisadas. São levadas em conta a opinião de 76.000 acadêmicos, a análise de 28,5 milhões de trabalhos de pesquisa e 113 milhões de citações.

(Da redação)