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Faça um balanço de sua carreira em 2013. E planeje as mudanças para 2014

Trio de especialistas convidados por VEJA.com dá orientações e propõe estratégias para a vida profissional

Por Lecticia Maggi - 21 Dec 2013, 07h21

O fim do ano é, por tradição, época de realizar balanços pessoais e estabelecer novos objetivos para os doze meses que virão. Esse exercício de contabilidade inclui, é claro, a vida profissional. É hora de analisar a carreira, identificar ganhos e perdas e traçar metas para 2014. Para ajudar nessa tarefa, VEJA.com elaborou um guia que pretende orientar os leitores a fazer um balanço de sua situação profissional e planejar mudanças.

O passo a passo foi produzido a partir de orientações fornecidas por um trio de especialistas no assunto: Bruna Dias, gerente de carreiras da empresa de seleção e recrutamento Cia de Talentos, Eduardo Ferraz, consultor em gestão de pessoas e autor do livro Seja a Pessoa Certa no Lugar Certo, e Bianca Trombelli, coach de carreira.

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“É comum as pessoas chegarem ao fim do ano com questionamentos: ‘O que fiz de bom? Será que foi um ano produtivo para a minha carreira?’ O problema é que, muitas vezes, as respostas não são satisfatórias e se repetem ano após ano”, afirma Bianca. “Muitos profissionais esperam que o chefe ou a empresa resolva sua situação e, assim, acabam entregando a outro a responsabilidade por sua carreira. É um erro. Comece agora a pensar o que você pode fazer para alcançar os seus objetivos.” Confira a seguir as orientações dos especialistas:

Os especialistas dão uma orientação adicional: cuidado com as comparações. Nesta época, multiplicam-se as confraternizações entre familiares, amigos e colegas e, com elas, podem vir também frustrações. “As pessoas encontram aquele amigo que não viam havia meses, que tem a mesma formação acadêmica, mas está ganhando o dobro. Resultado: sentem-se inferiorizadas”, afirma Bruna. “Ninguém deve subestimar seu desempenho profissional apenas porque ganha menos do que um amigo.”

Tão intuitivas quanto inevitáveis, as comparações podem ser benéficas quando bem utilizadas. A coach de carreira Bianca Trombelli explica que, às vezes, olhar para um colega que teve oportunidades parecidas, mas está em uma situação melhor, pode ser um incômodo necessário – aquele famoso “empurrão” que faltava. “A comparação é positiva quando serve de inspiração: ao observar o outro, percebo que preciso mudar minha postura para avançar mais rápido na carreira”, diz.

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