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Especialista avalia última prova da segunda fase da Fuvest

Brasil ganhou espaço nas avaliações de história e geografia, afirma coordenador geral do Anglo

Por Renata Honorato 11 jan 2011, 20h28

Terminou nesta terça-feira o processo seletivo da Fuvest, um dos vestibulares mais concorridos do país. A terceira prova, diferente para cada carreira, teve um nível de dificuldade dentro das expectativas e as questões, como ressalta o coordenador geral do Anglo, Nicolau Marmo, foram bem elaboradas pela Comissão Examinadora.

O tema Brasil também foi amplamente desenvolvido nas provas de história e geografia, que dedicaram ao assunto ao menos 50% das perguntas. Já em química, aponta o especialista,o teste foi focado, quase em sua totalidade, em química orgânica, com três das quatro questões da prova voltadas à disciplina. Para Marmo, a prova poderia ter mais perguntas para abranger outras áreas. Ele citou especificamente o exemplo do setor de físico-química, muito importante para candidatos que concorrem a uma vaga em cursos de exatas e ciências biológicas.

Também por conta do reduzido número de questões, o professor acredita que as provas de medicina não avaliaram os estudantes de maneira satisfatória em biologia, química e física. O mesmo aconteceu em engenharia, onde as quatro questões de cada matéria falharam ao analisar os conhecimentos específicos de cada aluno.

Apesar dessas ressalvas, Marmo afirmou que as questões apresentadas, principalmente as de biologia, matemática e física, foram bem elaboradas pela Comissão Examinadora da Fuvest.

Estão em disputa no processo seletivo 10.752 vagas, sendo 10.652 para a Universidade de São Paulo (USP) e cem para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa. O resultado final do vestibular 2011 será divulgado no dia 9 de fevereiro. As matrículas deverão ser realizadas nos dias 14 e 15 do mesmo mês.

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