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Carlos Augusto Manço, calouro aos 90 anos: ‘Eu me sinto mais jovem’

Paulista acaba de entrar para a faculdade de arquitetura em Ribeirão Preto

“Tem a ‘Di menó’, uma menina de 17 anos, a Codorninha, o Sedução, e eu sou o Juventude. Os veteranos me deram a plaquinha de papelão com esse apelido no primeiro dia de aula do curso de arquitetura no Centro Universitário Barão de Mauá, aqui em Ribeirão Preto. É o trote dos calouros, então temos de pendurar a folha no pescoço em todas as aulas. Muitos já pararam de usar, mas vou esperar até que me mandem tirar a minha. Sou desenhista por formação técnica. A vida inteira trabalhei como um profissional da área de construção, mas não tinha o diploma universitário. Agora, aos 90 anos, decidi prestar vestibular para buscar o título. A prova não foi difícil. Adoro ver artigos acadêmicos e, dias antes do exame, li um sobre consumismo — justamente o tema que caiu na redação. Dei sorte.”

Edição de VEJA desta semana traz o depoimento do paulista Carlos Augusto Manço, que acaba de entrar para a faculdade de arquitetura. Funcionário da Universidade de São Paulo por 35 anos, protelou a entrada no ensino superior porque surgiram “outros compromissos financeiros”, como diz. O calouro garante que começar a estudar não foi um erro e que se sente mais jovem convivendo com os colegas de classe.

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Comentários

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  1. CARLOS SOLRAC

    Melhor seria ele ficar em casa de pijamas jogando bingo.

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