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Quatro grandes negócios que movimentaram o mercado de luxo

Tiffany, Versace, Stella McCartney e Missoni: sofisticação e lucros

Tiffany
Na última segunda, 25, mudou de mãos o controle da icônica joalheria Tiffany (foto). Fundada nos Estados Unidos em 1837, a marca, com cerca de 300 lojas no mundo, virou sinônimo máximo de sofisticação nessa área a ponto de batizar um clássico do cinema: Breakfast at Tiffany’s, estrelado por Audrey Hepburn (no Brasil, o filme ganhou o título de Bonequinha de Luxo). A empresa foi vendida por 16,2 bilhões de dólares ao grupo francês LVMH, gigante especializado em artigos de luxo com presença nos mercados de moda, vinhos, perfumes, joias e relógios, controlando marcas como Moët & Chandon, Givenchy e Tag Heuer, entre outras.

Versace
O grupo americano Michael Kors adquiriu em setembro a Versace, avaliada em 8,7 bilhões de reais. Fundada em 1978 pelo designer Gianni Versace e por seu irmão Santo, a marca é um ícone da moda italiana. A família Versace, proprietária de 80% da companhia, sediada em Milão, recebeu 6,9 bilhões de reais pelo negócio.

Stella McCartney
A filha do ex-beatle Paul McCartney é uma das grandes estrelas da moda internacional. Em 2018, a designer encerrou uma parceria de dezessete anos com o grupo de marcas de luxo francês Kering comprando os 50% que a companhia detinha das ações da grife que carrega seu nome.

Missoni
Referência mundial em roupas sofisticadas com muitas cores e estampas geométricas, a grife surgiu em 1953 na região da Lombardia pelas mãos do casal Rosita e Ottavio Missoni. Em julho do ano passado, o fundo de investimento FSI, um dos maiores da Europa, adquiriu 41,2% da marca com o objetivo de expandir os negócios da Missoni.

Publicado em VEJA de 4 de dezembro de 2019, edição nº 2663