ASSINE VEJA NEGÓCIOS

Produção industrial recua 0,2% em maio por piora no setor petrolífero

O acumulado no ano avançou 1,4%, enquanto nos últimos 12 meses, variou 0,4%

Bruno AndradePor Bruno Andrade Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 jul 2026, 09h23 | Atualizado em 3 jul 2026, 09h23
Produção industrial recua 0,2% em maio por piora no setor petrolífero Priorizar nos meus resultados Google

A produção industrial recuou 0,2% em maio frente a abril, primeiro resultado negativo do ano. A informações foi publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 3. Em relação a maio de 2025, a indústria variou 0,2%, após avançar 2,7% em abril. O acumulado no ano avançou 1,4%, enquanto nos últimos 12 meses, variou 0,4%.

Na passagem de abril para maio, três das grandes categorias econômicas e 8 dos 25 ramos industriais tiveram queda na produção. Entre as atividades, nessa mesma comparação, as influências negativas mais intensas vieram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,1%) e indústrias extrativas (-2,6%).

Outras contribuições negativas relevantes foram produtos alimentícios (-1,3%), produtos têxteis (-4,0%), impressão e reprodução de gravações (-8,1%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-2,0%).

Já entre as 16 atividades com avanço na produção, produtos farmoquímicos e farmacêuticos (13,1%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,1%) e produtos químicos (3,1%) exerceram as principais influências.

Continua após a publicidade

Vale destacar também os impactos positivos dos setores de metalurgia (2,3%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (4,7%), outros equipamentos de transporte (4,7%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,6%) e máquinas e equipamentos (1,2%).

Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com abril, bens de consumo semi e não duráveis (-1,3%) tiveram o maior recuo e intensificaram o resultado negativo de abril (-0,3%).

Continua após a publicidade

Bens intermediários (-0,4%) e bens de capital (-0,2%) também registraram taxas negativas. Enquanto bens de consumo duráveis (3,6%) foram o único resultado positivo, eliminando o recuo de 3,1% de abril, quando interrompeu três meses consecutivos de expansão.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional com fundo verde-escuro. À esquerda, texto em amarelo e branco: O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo um portal de notícias com banner e produtos. Ao lado, um ícone de árvore verde-claraMão segurando um smartphone com tela exibindo um aplicativo de notícias e produtos. À esquerda, texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua. Fundo verde escuro com ícone de árvore à direita
ECONOMIZE ATÉ 87% OFF

Digital Essencial

O mercado não espera — e você também não pode!
Com a Veja Negócios Digital, você tem acesso imediato às tendências, análises, estratégias e bastidores que movem a economia e os grandes negócios.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
OFERTA MÊS DO CLIENTE

Revista em Casa + Digital Premium

Veja Negócios impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Premium
De: R$ 29,99/mês
A partir de R$ 9,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$71,88, equivalente a R$5,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).