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Portugal se prepara para greve de 5 dias em seus principais portos

Setor empresarial demonstra preocupação com prejuízos que podem afetar as companhias exportadoras

Por Da Redação 8 jan 2012, 18h11

Os trabalhadores dos principais portos portugueses começam nesta segunda-feira uma greve de cinco dias que pode paralisar vários setores da economia do país, frear as exportações e provocar perdas de “dezenas de milhões de euro”.

A Confederação de Sindicatos Marítimos e Portuários, Fesmarpor, convocou a greve no final de dezembro em protesto pelas demissões e pela “precarização dos contratos de trabalho” por parte das empresas do setor.

A organização sindical espera total adesão à greve dos trabalhadores dos portos de Viana do Castelo, Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa, Setúbal e Caniçal, na ilha da Madeira.

No porto Sines, ao sul do país, apenas uma parte dos trabalhadores prevê secundar a greve, enquanto não se espera nenhuma adesão no de Leixões, perto da cidade do Porto.

A greve pode causar o corte de provisões nos setores automotivos, de combustíveis e da indústria e perdas de “dezenas de milhões de euros”, segundo o diretor-executivo da Associação de Agentes de Navegação, Belmar da Costa.

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Uma das maiores preocupações do setor empresarial são os prejuízos que podem afetar as companhias exportadoras, que não têm garantida a saída das cargas e podem ver-se diante de um aumento significativo de prazos e custos.

Costa também apontou que a greve pode afetar as importações do país, já que as empresas terão que buscar rotas alternativas para evitar os portos portugueses.

Todos os portos portugueses participaram da greve geral do último dia 24 de novembro, que paralisou também o transporte e as grandes fábricas do cinturão industrial de Lisboa.

A previsão é que a nova greve comece na meia-noite de domingo para segunda-feira e termine no sábado, dia 14 de janeiro.

(Com Agência EFE)

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