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Por que um dos setores mais afetados pelo tarifaço está otimista apesar dos 25%

Indústria de máquinas afirma que diversificação das exportações e abertura de novos mercados reduziram a dependência dos Estados Unidos

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 jul 2026, 22h39
Por que um dos setores mais afetados pelo tarifaço está otimista apesar dos 25% Priorizar nos meus resultados Google

Embora os Estados Unidos permaneçam como principal destino das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos, a indústria acredita que conseguirá atravessar o novo tarifaço de 25% sem interromper sua trajetória de crescimento. A avaliação é de José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, durante entrevista ao VEJA em Foco, apresentado por Raquel Novaes. (este texto é um resumo do vídeo acima)

Segundo ele, o setor ampliou significativamente sua presença em outros mercados ao longo do último ano, movimento que reduziu a dependência das vendas para os Estados Unidos. “A gente está otimista em relação a esse crescimento.”

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O que explica esse otimismo?

Velloso afirmou que, mesmo com a queda das exportações para os Estados Unidos, a indústria brasileira registrou crescimento de 14% nas vendas externas no último ano.

Segundo ele, o desempenho foi impulsionado pela abertura de novos mercados e pela expansão das vendas para parceiros que ganharam importância recentemente.

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Entre os destaques, o presidente da Abimaq citou Argentina e Singapura.

Segundo Velloso, a recuperação da economia argentina impulsionou a demanda por máquinas brasileiras, enquanto as exportações para Singapura cresceram 74%, principalmente para atender estaleiros envolvidos na construção de plataformas de petróleo.

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Os Estados Unidos deixam de ser prioridade?

Apesar do tarifaço, Velloso afirmou que o mercado americano continuará sendo estratégico para o setor.

Segundo ele, a expectativa é manter as exportações para os Estados Unidos, ainda que com reajustes de preços, enquanto a indústria amplia sua presença em outros países.

“Vamos continuar vendendo para lá e vai continuar sendo o principal destino das nossas exportações.”

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Qual é a estratégia daqui para frente?

Para o presidente da Abimaq, a resposta da indústria passa por uma combinação de manutenção da presença no mercado americano e aceleração da diversificação das exportações.

Segundo ele, o setor pretende consolidar os novos destinos comerciais conquistados recentemente e preservar o atual patamar de exportações, hoje estimado em US$ 14,5 bilhões anuais.

“Esse trabalho vai continuar existindo: abrir novos mercados, consolidar mercados existentes e continuar vendendo nos Estados Unidos.”

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do telejornal VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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