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Por precaução, Tesouro e Fed estudam impacto de possível calote da dívida

Dirigentes das duas entidades reuniram-se nesta sexta-feira para discutir o que acontecerá se o aumento do teto da dívida não for aprovado até 2 de agosto

Por Da Redação 22 jul 2011, 16h58

O secretário do Tesouro, Timothy Geithner, e o presidente do Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos, Ben Bernanke, falaram nesta sexta-feira sobre as consequências que um eventual bloqueio das negociações que implicaria a não elevação do teto da dívida americana depois de 2 de agosto.

A medida poderia eventualmente forçar o governo a decretar uma moratória parcial de suas dívidas de curto prazo. De qualquer maneira, só o estouro do limite máximo de endividamento, independentemenete de haver calote ou não, traria consequências imediatas para a economia local, pois o Executivo terá de cortar imediatamente 44% de suas despesas.

Precaução – O encontro tem natureza prudencial, haja vista que ambos os órgãos continuam sustentando que o governo não permitirá que se caminhe a um quadro de bloqueio nas negociações. “Apesar de estarmos convencidos de que o Congresso aumentará o teto da dívida em breve, os dirigentes do Tesouro, do Fed e do Fed de Nova York, reuniram-se para discutir sobre as implicações para a economia americana se o Congresso não tomar uma decisão”, indicou o Tesouro.

Os legisladores discutem, há várias semanas, as medidas orçamentárias que acompanharão o aumento do limite legal imposto à dívida do Estado federal americano, atualmente em 14,3 trilhões de dólares. A onze dias de 2 de agosto, data na qual, segundo o Tesouro, os EUA terão de cortar recursos disponíveis caso não alcancem um acordo entre a Casa Branca e o Congresso, o presidente Barack Obama rejeitou a hipótese de calote. “Declarar moratória não está em consideração”, declarou o presidente, que antes tinha afirmado que os Estados Unidos “pagam suas contas”.

(com Agence France-Presse)

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