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Petróleo sobe em Nova York e fica estável em Londres

Por mario tama
13 set 2011, 17h11

Os preços do barril de petróleo terminaram em forte alta nesta terça-feira em Nova York, com investidores apostando no anúncio da diminuição das reservas americanas. Em Londres, a commodity fechou o dia praticamente estável.

No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do “light sweet crude” para entrega em outubro terminou o dia a 90,21 dólares, em alta de 2,02 dólares em relação à segunda-feira.

É a primeira vez que os preços fecham acima dos 90 dólares desde o dia três de agosto.

Em Londres, o Brent do mar do Norte com igual vencimento encerrou o dia a 111,94 dólares, em queda de 0,3% no IntercontinentalExchange.

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De acordo com os analistas interrogados pela agência Dow Jones Newswires, houve uma queda de mais de três milhões de barris nas reservas da semana passada, assim como uma diminuição das reservas de gasolina.

Segundo especialistas, a expectativa de queda das reservas influenciou mais o pregão que as estimativas pessimistas sobre o consumo divulgadas pela Agência Internacional de Energia (AIE).

“A expectativa de diminuição das reservas provocou a alta da commodity na sessão”, disse o analista da Again Capital, John Kilduff.

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A semana passada foi marcada pela passagem da tormenta tropical Lee no Golfo de México, de onde a produção de hidrocarbonetos foi fortemente abalada. Da mesma forma, a passagem da tormenta Nate no sul da região também interrompeu as importações que vêm do México.

Os preços foram sustentados também pela recuperação dos mercados acionários europeus, após duas sessões de quedas fortes.

Além disso, o dólar, cuja demanda tem aumentado desde o início do mês por ser um valor de refúgio, sofreu desvalorização, o que deixou o petróleo mais atrativo para compradores de países com outras divisas, uma vez que o petróleo é negociado em dólar.

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Segundo ao Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), a AIE revisou para baixo nesta terça-feira suas previsões de demanda mundial de petróleo para 2011 em 0,2 milhões de barris diários e para 2012 a projeção foi reduzida em 0,4 milhões de barris diários.

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