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Petróleo sobe à espera de dados de estoques nos EUA

Por Da Redação
13 set 2011, 17h23

Por Ricardo Gozzi

Nova York – Os contratos futuros de petróleo fecharam acima de US$ 90 o barril pela primeira vez em mais de um mês em Nova York diante da expectativa de uma provável redução nos estoques do produto dos Estados Unidos, ignorando projeções de queda na demanda para este e o próximo ano.

O petróleo para entrega em outubro subiu US$ 2,02 (2,29%) e fechou a US$ 90,21 o barril na bolsa mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Foi o maior valor desde 3 de agosto. Na plataforma eletrônica ICE, o petróleo fechou em queda de US$ 0,36 (0,32%), a US$ 111,89.

Analistas consultados pela Dow Jones avaliam que os estoques de petróleo dos EUA diminuirão mais de 3 milhões de barris em relação à semana passada devido aos transtornos em relação à produção e à importação da commodity, provocados pela tempestade tropical Lee. A situação provavelmente levou a “restrições ao abastecimento”, avaliou Peter Donovan, vice-presidente de opções de petróleo da corretora Vantage Trading, em Nova York.

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O petróleo também subiu em Nova York com traders lucrando em cima do spread entre o Brent e a commodity negociada na Nymex, disseram participantes do mercado. A diferença de preço entre os dois tipos de petróleo atingiu um recorde de mais de US$ 27 na semana passada, mas caiu a menos de US$ 22 por barril nos últimos dias.

O spread ainda é elevado para os padrões históricos. Tradicionalmente, o Brent e o petróleo WTI são negociados com uma diferença de poucos dólares, mas ambos passaram grande parte deste ano caminhando em direções extremamente opostas.

O Brent chegou a ser cotado a US$ 127 o barril com os cortes na produção de petróleo da Líbia e as interrupções de abastecimento no Mar do Norte. Já o petróleo negociado em Nova York tem sido pressionado por um gargalo no transporte em torno de Cushing, seu ponto de entrega física no Estado de Oklahoma. A alta da commodity verificada hoje ignorou o relatório no qual a Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu sua projeção de demanda para 2011 e 2012. As informações são da Dow Jones.

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