Petróleo assusta, mas atenções em Wall Street seguem com IA
Barril disparou para UU$ 90 com novos bombardeios dos Estados Unidos ao Irã
O petróleo deu um susto em investidores que estavam atentos não só à final da Copa do Mundo, mas também ao noticiário econômico na noite de domingo. O barril de petróleo disparou para acima de US$ 90 na abertura da semana, sob o receio das consequências da escalada do conflito entre EUA e Irã. Os bombardeios na região chegaram ao nono dia, isso após o fim do cessar-fogo entre os países. Só na semana passada, o petróleo avançou 14%. A guerra que bloqueia a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz está perto de completar cinco meses.
O fato é que, conforme foi amanhecendo, o brent voltou a ceder. Neste começo de manhã, o petróleo opera perto dos US$ 88 por barril. A mudança dá a investidores espaço para ancorar negócios com base nas discussões ao redor de big techs e inteligência artificial. Nesta semana, Google e Tesla divulgam seus resultados financeiros.
O mercado financeiro parece indicar algum otimismo. Os futuros americanos começam a semana em alta, acompanhados pela subida na Europa. A exceção é o índice FTSE, em Londres. O Reino Unido terá uma nova troca de primeiro-ministro, com a saída de Keir Starmer, que será substituído por Andy Burnham.
O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, acompanha o otimismo de Wall Street e avança. Aqui, investidores atualizam suas projeções para a economia com o boletim Focus.
Agenda do dia
8h25: BC divulga Relatório Focus
10h: Lula sanciona projeto que institui Estratégia Nacional do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, em cerimônia no Planalto
Reino Unido: Andy Burnham deve assumir o cargo de primeiro-ministro
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