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Países desenvolvidos se recuperam, aponta OCDE

Por Da Redação 13 fev 2012, 09h22

Por Álvaro Campos

Londres – A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) informou hoje que as economias dos países desenvolvidos podem estar prontas para ganhar força, após meses de desaceleração. Essa recuperação deve ser liderada por Estados Unidos e Japão. Mas entre os emergentes, China e Brasil continuam a registrar piora no desempenho. O índice de indicadores antecedentes da atividade econômica, que inclui os 34 membros da OCDE, subiu para 100,43 em dezembro do ano passado, de 100,21 em novembro. É a primeira alta desde fevereiro de 2011.

Essa recuperação incipiente deve ser liderada pelos EUA e Japão. O índice dos norte-americanos avançou para 101,95 em dezembro, de 101,27 em novembro. É o segundo ganho consecutivo. Já o índice dos japoneses subiu para 101,91, de 101,70, na primeira alta desde fevereiro de 2011. Também há sinais de recuperação na Índia (para 95,62, de 95,05) e na Rússia (para 102,43, de 102,23).

“O índice composto de indicadores antecedentes aponta para uma mudança positiva na aceleração para a OCDE como um todo, guiado principalmente pelos Estados Unidos e Japão. Mas sinais semelhantes estão começando a surgir em vários outros países desenvolvidos”, afirma a OCDE.

Em relação aos países emergentes, apesar da melhora na Índia e na Rússia, os índices da OCDE mostram uma desaceleração na China e a persistência de um crescimento abaixo da média no Brasil. “O índice da China aponta mais fortemente para uma desaceleração este mês do que na avaliação do mês passado”, diz a organização. O índice do Brasil caiu para 93,65 em dezembro, de 93,71 em novembro. O índice da China recuou para 99,27, de 99,79.

Os indicadores antecedentes da OCDE são destinados a dar sinais antecipados de pontos de virada entre expansão e desaceleração da economia e são baseados numa série de dados que têm um histórico de assinalar mudanças das atividades.

Apesar da melhora em alguns países desenvolvidos, o índice de indicadores antecedentes da OCDE continua a apontar para uma desaceleração do crescimento na zona do euro, que luta para combater a crise da dívida, com muitos países sendo forçados a implementar duras medidas de austeridade. O índice da zona do euro caiu para 98,34, de 98,48. Os índices de grandes países do bloco também pioraram: Alemanha (para 97,73, de 98,01), França (para 98,61, de 98,75) e Itália (para 95,42, de 95,78). Mas a OCDE afirma que os índices de sete dos 15 países da zona do euro que são analisados individualmente “agora apontam para uma mudança positiva na aceleração”. As informações são da Dow Jones.

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