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OGX adia entrega de seu plano de recuperação

É provável que empresa entregue o documento dia 31 de janeiro. Prazo vencia nesta sexta, mas promotor do caso pediu vista do processo para analisar garantias propostas

Por Da Redação 24 jan 2014, 20h02

A Óleo e Gás Participações (ex-OGX) confirmou em comunicado ao mercado nesta sexta-feira o adiamento da apresentação do plano de recuperação. A companhia prevê entregar o plano no dia 31, quando também será assinado o financiamento DIP, mecanismo que será usado para a injeção de dinheiro novo na empresa.

Na última semana, foi anunciado um empréstimo-ponte de 50 milhões de dólares, que depois será convertido no DIP (mecanismo de financiamento que garante ao credor prioridade sobre os ativos da empresa). No entanto, há ainda questões burocráticas como a necessidade de aprovação pelo juiz da recuperação judicial das garantias do empréstimo-ponte. O promotor de Justiça de Massas Falidas, Marcos Lima Alves, pediu vista do processo para analisar essas garantias, o que deve ocorrer na próxima semana.

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O objetivo da administração da empresa é ganhar tempo para obter o aval de todos os detentores de bônus (bondholders) para a proposta, que se mantém próxima às bases do acordo preliminar divulgado ao mercado no fim do ano passado.

De acordo com o comunicado, as tratativas com as partes signatárias do acordo, o “Plan Support Agreement” (PSA), continuam evoluindo dentro das expectativas da companhia.

“A implementação do plano de recuperação judicial, a ser apoiado pelos detentores de bonds representando a maioria dos títulos em circulação, permitirá a superação da atual crise financeira da companhia, assegurando a continuidade de suas atividades, com o pleno atendimento de seus objetivos e função social”, diz o comunicado.

A ex-OGX tem uma dívida de 5,8 bilhões de dólares dividida entre detentores de bônus internacionais (3,8 bilhões de dólares), a OSX (1,5 bilhão de dólares) e fornecedores (500 milhões dólares). O acerto anunciado no Natal prevê a injeção de novos recursos entre 200 milhões de dólares e 215 milhões de dólares na companhia por investidores internacionais e a conversão da dívida em participação acionária.

(com Estadão Conteúdo)

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