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OCDE vê recuperação na Europa e emergentes em queda

Apesar de a Europa ainda enfrentar crise, órgão acredita em recuperações. Entre os emergentes, a China deve ser a única a se destacar com alta de 7,4% do PIB

Por Da Redação 3 set 2013, 12h16

Liderado pelo firme crescimento dos Estados Unidos, o cenário está gradualmente melhorando para as economias avançadas, ao mesmo tempo em que a Europa está finalmente se juntando à recuperação, afirmou nesta terça-feira a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Entretanto, uma desaceleração em muitas economias emergentes significa que o crescimento global vai continuar lento, completou o órgão.

“O resumo é que as economias avançadas estão crescendo mais e as economias emergentes estão crescendo menos”, disse à Reuters o economista-chefe da OCDE, Pier Carlo Padoan.

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Entre as principais economias, os EUA lideram a recuperação com crescimento neste ano de 1,7%, segundo a OCDE, reduzindo sua estimativa de maio de 1,9%. Impulsionado por fortes estímulos monetários do banco central, o Japão está a caminho de um crescimento neste ano de 1,6%, inalterado ante a projeção de maio.

Por sua vez, a Europa, que enfrenta uma crise de dívida, ao menos ofereceu uma boa notícia com recuperações em andamento na França e Alemanha, levando a OCDE a elevar suas estimativas para esses países.

Expectativas – A projeção agora é de crescimento na França de 0,3% neste ano, ante contração de 0,3% na estimativa da OCDE de maio. Na Alemanha, maior economia da Europa, a expectativa é de expansão de 0,7%, ante 0,4% anteriormente. Fora da zona do euro, a Grã-Bretanha deve crescer 1,5%, ante 0,8% esperado em maio.

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Embora as principais economias desenvolvidas estejam se recuperando, uma desaceleração em muitos países emergentes deve pesar sobre o crescimento global, disse a OCDE.

A China foi a exceção entre as economias emergentes, com a expectativa de que o crescimento acelere ao longo do ano e alcance taxa de 7,4%.

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Com a economia dos EUA a caminho de manter um crescimento estável, a OCDE disse que é apropriado que seu banco central comece a reduzir as compras de títulos, principal medida das políticas de afrouxamento monetário.

Para a zona do euro, a OCDE afirmou que o Banco Central Europeu (BCE) deveria manter a possibilidade de um corte da taxa de juros na mesa no caso de a recuperação na região enfraquecer.

(com agência Reuters)

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