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OCDE: reformas perdem força após a crise financeira global

Segundo estudo publicado pela organização, sem reformas o crescimento diminuirá e o desemprego aumentará

Por Da Redação 21 fev 2014, 11h26

Amplas reformas são urgentemente necessárias para impulsionar a produtividade e reduzir as barreiras ao comércio, alertou a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta sexta-feira. Se isso não for feito, o mundo corre risco de ter crescimento lento e desemprego alto. Em seu estudo de 2014 sobre “Indo para o Crescimento”, a OCDE afirmou que o impulso para as reformas perdeu força após a crise financeira global.

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“A desaceleração difundida na produtividade desde a crise pode ser o presságio do início de uma nova era de baixo crescimento”, disse o vice-secretário-geral e economista-chefe da OCDE, Pier Carlo Padoan. “Essas preocupações, já predominantes entre países avançados da OCDE por algum tempo, agora incluem economias emergentes e são alimentadas também pelo alto desemprego e queda da participação na força de trabalho em muitos países”, acrescentou.

As providências recomendados incluem reduções em barreiras regulatórias para competição, maior abertura ao comércio exterior e investimentos e mudanças em tributação no emprego, consumo, propriedade e herança.

(com agência Reuters)

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