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O novo plano de Biden contra a inflação é reverter atos de Trump

Redução das tarifas das importações chinesas impostas pelo republicano estão na mesa do presidente dos EUA; inflação no país é a maior em 40 anos

Por Larissa Quintino Atualizado em 4 jul 2022, 19h56 - Publicado em 4 jul 2022, 18h37

A inflação vem tirando o sono de Joe Biden, presidente dos Estados Unidos. Com a taxa anual próxima a casa dos 9%, a maior dos últimos 40 anos, o democrata tenta influenciar no preço dos combustíveis com a diminuição de impostos e críticas ao lucro das petroleiras e agora pode mudar a estratégia, revertendo uma medida marcante do governo de seu antecessor, Donald Trump. O democrata considera um afrouxamento em algumas das tarifas sobre 300 bilhões de dólares em importações chinesas impostas durante a gestão do republicano. 

O movimento marcaria um passo político inicial sobre os laços comerciais entre as duas maiores potências econômicas do mundo. Nas últimas semanas, Biden se reuniu com conselheiros econômicos seniores, quando foram discutidas opções para uma decisão sobre as tarifas da era Trump, segundo participantes do encontro. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, alguns membros do gabinete de Biden sugeriram que ele usasse a ligação próxima com o presidente chinês Xi Jinping para pedir cortes recíprocos de tarifas sobre produtos americanos que atualmente enfrentam tarifas de importação na China, embora essa ideia tenha sido rapidamente descartada, disseram as pessoas. 

Uma porta-voz da Casa Branca disse que nenhuma decisão sobre as tarifas foi tomada, mas o governo quer garantir que elas estejam alinhadas com as prioridades “econômicas e estratégicas” e não aumentem desnecessariamente os custos para os americanos.

O movimento ganhou coro de senadores democratas, que afirmam que as tarifas não ajudaram nas práticas competitivas e acabam pressionando a inflação. A teoria é referendada por uma análise do Fundo Monetário Internacional. Em relatório, o FMI afirmou que  a reversão das tarifas impostas ao aço, alumínio e uma série de produtos chineses nos últimos cinco anos seriam um movimento para aliviar a pressão inflacionária.  

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