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O mercado de trabalho vai reagir no primeiro trimestre, diz Brizola Neto

Ministro do Trabalho deposita sua fé nos estímulos à economia anunciados em 2012 e culpa a crise internacional pelo mau resultado de 2012

Por Laryssa Borges 25 jan 2013, 16h34

O mercado de trabalho vai reagir já no primeiro trimestre. Foi dessa maneira que Brizola Neto, ministro do Trabalho, rebateu o resultado de queda da criação de empregos em 2012. O menor saldo de contratações em três anos não assusta o ministro. Para confirmar seu otimismo, Brizola Neto afirmou que as medidas de estímulo tomadas pela equipe econômica do governo no ano passado devem surtir efeito na abertura de vagas neste início de ano. Entre as medidas estão a redução de impostos e encargos, como o Imposto sobre Produtos Importados (IPI) para carros, móveis e eletrodomésticos, a desoneração da folha de pagamento e a queda dos juros.

A explicação de Brizola Neto para o fraco resultado de 2012 é a crise internacional. O desaquecimento da economia, naturalmente, reduz o número de novas vagas. Mas, lembra ele, enquanto países europeus, como a Espanha, acumulam taxas recordes de desemprego, o Brasil sentiu um efeito menor e conseguiu encerrar o ano com saldo positivo. “O Brasil não é uma ilha e também sofre os efeitos da crise internacional, mas o país respondeu à crise com empregos, embora em um ritmo menor do que nos anos anteriores”, completou.

Para o primeiro trimestre, informou Brizola Neto, a aposta é que a indústria consiga puxar a geração de empregos. “Temos plena convicção de que esse modelo que aposta no investimento e na produção vai garantir a retomada do crescimento econômico e a criação de empregos. A indústria pode ser um setor que, a partir desses investimentos, puxe o emprego. O Brasil está criando condições para a competitividade de sua indústria”, explicou ele.

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