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O apelo do Centrão a Paulo Guedes pelo reajuste salarial de policiais

"Vale ressaltar que, a segurança pública é bandeira do governo federal", escreve deputado ao ministro da Economia

Por Victor Irajá Atualizado em 25 abr 2022, 17h51 - Publicado em 25 abr 2022, 15h32

Em meio à insatisfação das forças nacionais de segurança, baseada nos desenhos de reajuste de 5% para todo o funcionalismo público em detrimento de um aumento apenas para policiais federais, o deputado Felício Laterça (PP-RJ) encaminhou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, um pedido de esclarecimentos em torno das propostas de reestruturação das carreiras. “Policiais desvalorizados correspondem a uma sociedade desvalorizada”, justificou ele no ofício. Em dezembro do ano passado, o Congresso Nacional aprovou um adendo de 1,7 bilhão de reais, para aumento salarial e reestruturação de carreiras, voltado à segurança pública, mas, com a insatisfação de outros servidores, o reajuste exclusivo não veio. 

“Informo que a urgência das referidas medidas provisórias revestem-se na necessidade de cumprimento do compromisso assumido pelo excelentíssimo senhor Jair Messias Bolsonaro, presidente da República, para com o segmento da segurança pública, em especial sobre a reestruturação e valorização dos policiais federais e demais forças de segurança da União”, justifica. “Vale ressaltar que a segurança pública é bandeira do governo federal e as propostas de reestruturação vêm ao encontro da necessidade de fortalecimento da Polícia Federal, PRF e Depen, com uma organização policial efetiva, eficiente e de excelência, que cumprem suas atribuições constitucionais, em atenção à política de prevenção e repressão à criminalidade, correspondendo aos anseios e às expectativas da sociedade no campo da segurança pública”, conclui.

Como mostrou o Radar Econômico, a decisão de Bolsonaro causou revolta entre os agentes. Os policiais reclamam que nem sequer possuem plano de saúde e ganham uma diária de 180 reais para pagar hotel e alimentação quando viajam a serviço. Em resposta, membros da categoria cogitam patrocinar a realização de atos contra o presidente, a favor de seus aumentos. As categorias, vale dizer, são parte fundamental da base de apoio do presidente, e Bolsonaro age para não perder estes eleitores cativos. A ver.

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