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Ministério da Economia absorve 7.000 cargos de pastas extintas

Funções pertenciam os ministérios da Fazenda, Planejamento, Trabalho, Indústria e Comércio Exterior e Desenvolvimento Social

Por Estadão Conteúdo Atualizado em 3 jan 2019, 12h08 - Publicado em 3 jan 2019, 11h34

O Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes, deve ficar com 7.227 cargos comissionados. São vagas de confiança que pertenciam as pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, agora todos reunidos na Economia.

O remanejamento também inclui cargos dos extintos Ministério do Trabalho e do Desenvolvimento Social e Agrário. As funções alocados no novo ministério tem remunerações que chegam até a 16,2 mil reais.

  • O quadro com esses cargos  foi publicado na edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU) de quarta-feira, 2.

    O decreto detalha ainda a grande estrutura do ministério de Guedes. A pasta terá sete secretarias especiais, 20 secretarias, incluindo a Executiva, além de várias diretorias, subsecretarias, assessorias especiais e departamentos.

    O documento lista também os vários órgãos colegiados, além das autarquias, empresas públicas e fundações da estrutura organizacional do novo ministério.

    As secretarias especiais do Ministério da Economia são: Fazenda, Receita Federal, Previdência e Trabalho, Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Desestatização e Desinvestimento, Produtividade, Emprego e Competitividade e  Desburocratização, Gestão e Governo Digital.

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