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Mercado externo puxa alta de 5,7% do lucro do Walmart

Lucro da companhia chegou a cifra de 4,02 bilhões de dólares segundo trimestre fiscal

Por Da Redação 16 ago 2012, 10h52

O lucro do Walmart subiu 5,7% no segundo trimestre fiscal, para 4,02 bilhões de dólares, ou 1,18 de dólares a ação, de lucro de 3,8 bilhões de dólares, ou 1,09 dólar por ação, no mesmo período do ano fiscal passado. A alta foi puxada pelas vendas fortes no mercado internacional e pelo aumento das vendas no conceito mesmas lojas nos Estados Unidos. Às 9h11 (pelo horário de Brasília), as ações da empresa subiam 2,89% no pré-mercado em Nova York.

A receita do Walmart aumentou 4,5%, para 114,3 bilhões de dólares. A margem operacional recuou para 5,6% no segundo trimestre fiscal, de 5,8% no mesmo período do ano fiscal anterior.

As vendas internacionais subiram 6,4% e o lucro operacional aumentou 5,4%. Excluindo combustível, as vendas no conceito mesmas lojas do Walmart nos EUA subiram 2,2%, ante projeção feita pela companhia em maio de crescimento entre 1% e 3%. A companhia revisou sua previsão para o resultado de operações continuadas para o ano cheio para entre 4,83 dólares por ação e 4,93 dólares por ação, ante projeção anunciada em fevereiro de entre 4,72 dólares por ação e 4,92 dólares por ação.

No Brasil, as vendas totais do 2º trimestre cresceram 10,2% em relação ao ano passado. No critério mesmas lojas, o crescimento foi de 5%. O tiquete médio cresceu 6,5%. “Esse crescimento continua sendo um sinal claro de que nosso cliente está enxergando o valor em nossas lojas e entendendo o PBTD (preço baixo todo dia). Continuaremos a demonstrar liderança em preço na cesta de produtos”, disse Doug McMillon, presidente do Walmart Internacional. “Nossos fornecedores e clientes estão sendo beneficiados pela simplificação e maior eficiência que o PBTD traz para o negócio. Acreditamos que estamos no caminho certo construindo uma base sólida neste importante mercado”, completou.

Os números mostram, ainda, que o Brasil reduziu as despesas operacionais no 2º trimestre. “Há um foco em melhorar o resultado no Brasil através do gerenciamento das despesas. Nossa liderança no país continua a focar na produtividade, investir essa economia nos preços para então focar no aumento nas vendas”, destacou Doug.

Leia mais: Vendas no varejo sobem 1,5% em junho, mostra IBGE

(Com Agência Estado)

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